Como melhorar o atendimento na mesa do seu estabelecimento?
O atendimento na mesa é um dos pontos mais sensíveis em bares, pizzarias e restaurantes. Uma boa experiência pode fidelizar clientes, mas uma falha pode gerar reclamações e até perdas financeiras.
A verdade é que os garçons e atendentes vivem uma rotina cheia de desafios: lidar com vários pedidos ao mesmo tempo, passar informações de forma assertiva, manter a simpatia mesmo em dias de casa cheia, evitar erros na transmissão dos pedidos para a cozinha e ainda gerenciar o tempo de espera dos clientes. Uma pequena falha nesse processo pode comprometer a imagem do estabelecimento e causar frustração tanto para o cliente quanto para a equipe.
É justamente aí que a tecnologia entra em cena como uma aliada estratégica. Recursos como comandas e cardápios digitais, painel KDS e totens de autoatendimento não apenas facilitam o dia a dia dos garçons e atendentes, como também trazem mais agilidade para a cozinha, autonomia para os clientes e controle para o dono do negócio.
Principais dores no atendimento de mesa
O atendimento de mesa é um dos pontos mais críticos da operação em bares, pizzarias e restaurantes. Quando não é eficiente, ele impacta diretamente a experiência do cliente e os resultados financeiros do negócio. Entre as principais dificuldades enfrentadas no dia a dia, estão:
Demora para anotar pedidos Em muitas casas, o garçom precisa se deslocar constantemente até a cozinha ou o caixa para repassar os pedidos. Esse vai e vem aumenta o tempo de espera e causa frustração nos clientes, especialmente em momentos de maior movimento.
Erros de anotação O uso do papel e caneta ainda é comum, mas abre espaço para falhas. Letras ilegíveis, anotações incompletas ou mal interpretadas geram confusão, pedidos errados, retrabalho e até desperdício de insumos.
Sobrecarga dos atendentes Em dias movimentados, um único garçom pode acumular diversas mesas ao mesmo tempo. Isso compromete a atenção dedicada a cada cliente, gerando atrasos no atendimento, pedidos esquecidos e redução da qualidade do serviço.
Falta de integração entre salão e cozinha Quando não há um fluxo claro de comunicação, surgem problemas como atrasos na preparação dos pratos, pedidos feitos fora de ordem e dificuldade em acompanhar o status de cada comanda. Esse desencontro prejudica a operação como um todo.
Clientes insatisfeitos Esperar demais por um prato ou receber algo diferente do solicitado são motivos suficientes para avaliações negativas em aplicativos e redes sociais. Esse tipo de situação impacta a reputação do estabelecimento e reduz as chances de fidelização.
Informações imprecisas sobre os produtos Muitas vezes, o cliente faz perguntas sobre ingredientes, preparo ou opções do cardápio e o garçom não possui essas informações de forma rápida e precisa. Isso pode levar à demora no atendimento ou até à transmissão de dados incorretos — um risco ainda maior em casos de restrições alimentares.
Como a Tecnoweb ajuda a transformar essa realidade
Os desafios no atendimento de mesa não precisam ser um problema inevitável. A Tecnoweb desenvolveu soluções que atuam em todas as frentes do salão, da cozinha e da gestão, garantindo mais eficiência para garçons, mais organização para a equipe interna e muito mais satisfação para os clientes.
Para o garçom e atendente: mais agilidade e menos estresse
Pré-Touch e Pré-Mobile são aliados poderosos na rotina de quem atende mesas. Com eles, o garçom registra pedidos diretamente em um dispositivo móvel, sem depender de papel e caneta. Isso traz benefícios imediatos:
O pedido segue automaticamente para a cozinha ou bar, eliminando erros de comunicação.
O tempo gasto indo até o caixa ou cozinha é reduzido, liberando o garçom para dar mais atenção ao cliente.
A operação se torna mais organizada, diminuindo retrabalhos e esquecimentos.
O resultado é um atendimento mais rápido, seguro e humano.
Pre Mobile
Pre Mobile
Pre Touch
Para a cozinha: pedidos organizados em tempo real
Com o KDS (Kitchen Display System), as comandas de papel dão lugar a telas digitais que exibem os pedidos em ordem de chegada e com atualizações instantâneas. Assim:
A equipe de cozinha trabalha de forma mais organizada e ágil.
Reduzem-se confusões, atrasos e desperdícios.
O fluxo entre salão e cozinha fica integrado, melhorando toda a experiência do cliente.
Painel KDS
Painel KDS
Painel KDS
Para o cliente: autonomia e praticidade na hora de pedir
Nem todo cliente gosta de depender do garçom para fazer seu pedido. Por isso, a Tecnoweb oferece diferentes soluções para dar autonomia ao consumidor:
Cardápio Web: acessado pelo celular via QR Code, o cliente escolhe e envia o pedido diretamente.
Sammi Cardápio: tablet fixo na mesa, maior e mais interativo, ideal para quem prefere não usar o celular.
Com esses recursos, o cliente tem liberdade para escolher no seu tempo, sem pressa, e o garçom passa a atuar como consultor da experiência, e não apenas como “tomador de pedidos”.
Sammi Cardápio
Sammi Cardápio
Cardápio Web
Para grandes fluxos de atendimento: autoatendimento com totem
O Totem de Autoatendimento é ideal para estabelecimentos que recebem muitos clientes, como praças de alimentação ou restaurantes movimentados. Ele permite que o consumidor faça seu pedido sozinho, sem filas ou esperas, e ainda envia automaticamente para a cozinha.
Diminui a sobrecarga dos atendentes.
Reduz o tempo de espera.
Aumenta a precisão dos pedidos.
Totem Autoatendimento
Totem de Autoatendimento na Fipan
Totem Autoatendimento
Para o dono do estabelecimento: controle e resultados
Com todos os pedidos integrados ao Sistema Lince e ao Ommini BI, o gestor ganha uma visão completa do negócio:
Relatórios de vendas em tempo real.
Controle de estoque e de giro de mesas.
Indicadores estratégicos para tomada de decisão.
Redução de erros, desperdícios e insatisfação do cliente.
Lince
Lince
Sistema Ommini
Benefícios para todos os lados
Garçom: menos correria e mais tempo para encantar o cliente.
Cozinha: organização e fluxo contínuo de pedidos.
Cliente: rapidez, autonomia e experiência positiva.
Dono: gestão eficiente, menos erros e maior lucratividade.
Na prática, a Tecnoweb transforma o atendimento de mesa em uma experiência mais leve, eficiente e lucrativa para todos os envolvidos.
Conclusão
Melhorar o atendimento de mesa vai muito além de contratar mais funcionários ou oferecer treinamentos pontuais. O verdadeiro diferencial está em garantir que cada etapa do processo — da anotação até a entrega do pedido — seja ágil, integrada e sem falhas.
Com o apoio da tecnologia, garçons trabalham com mais eficiência, a cozinha recebe pedidos de forma clara e instantânea, e o cliente percebe o cuidado em cada detalhe do serviço. Soluções como Pré Touch, Pré Mobile, Cardápio Web, Sammi Cardápio, KDS e Totem de Autoatendimento transformam o fluxo de atendimento, eliminam gargalos e criam uma experiência encantadora para quem está à mesa.
👉 Se o seu objetivo é conquistar clientes satisfeitos, reduzir erros e aumentar a produtividade da sua equipe, a Tecnoweb tem as ferramentas certas para o seu negócio. Fale conosco e descubra como podemos levar o seu atendimento a outro nível!
Você está acompanhando os indicadores certos do seu negócio?
Você já parou para pensar em quantas decisões importantes você toma todos os dias no seu negócio, seja uma padaria, um restaurante, um mercado, uma loja? Você acorda cedo, trabalha duro o dia todo, gerencia equipe, resolve problema, corre atrás de cliente, garante o estoque. E no fim do mês… ainda se pergunta: “Será que meu negócio está dando lucro mesmo?”
Essa dúvida é mais comum do que parece. A maioria dos erros nos negócios não acontece por falta de esforço — mas por falta de planejamento e falta de dados claros para tomar decisões. Sem metas bem definidas, sem indicadores, e sem um sistema para enxergar tudo de forma clara, o crescimento se torna um jogo de sorte.
A boa notícia? Não precisa ser assim.
Com os KPIs certos e as ferramentas ideais, você transforma esforço em resultado. E é disso que vamos falar neste artigo.
O que são KPIs?
KPI é a sigla para Key Performance Indicator, ou seja, Indicadores-Chave de Performance. São métricas que mostram se o seu negócio está performando bem em áreas estratégicas. Eles funcionam como um painel de controle: com eles, você enxerga onde está, o que precisa melhorar e o que já está dando certo.
Performance é o resultado final da soma de todas as ações do seu negócio. Mas atenção: performance não é o quanto você trabalha, é o que seu negócio entrega de resultado. E para saber se os resultados são bons ou ruins, é preciso compará-los com as metas que você e sua equipe definiram.
Por que acompanhar KPIs é essencial?
Você sabia que a maioria dos erros nos negócios não acontece por falta de esforço, mas sim por falta de planejamento e acompanhamento? Sem metas claras e indicadores bem definidos, qualquer tentativa de crescimento vira um jogo de sorte. Para saber se um indicador é bom ou ruim, você precisa ter metas bem definidas. Só assim dá pra comparar, ajustar e evoluir.
📊 Aqui na Tecnoweb, a gente acredita que planejamento é o mapa que transforma intenção em resultado. E os KPIs são as trilhas que mostram se você está no caminho certo.
Os KPIs mais importantes para seu negócio
Cada empresa tem seus próprios objetivos, mas alguns KPIs são praticamente universais no varejo, especialmente no setor de food service. Abaixo, listamos os principais indicadores que você deve acompanhar:
📍 KPIs de vendas e operação:
Clientes por dia :
Mostra a média de clientes atendidos diariamente. Essencial para entender o fluxo da loja e planejar equipes e estoque.
Mais clientes na sua loja todos os dias é consequência de ações precisas. Planeje, analise e atue com foco!
✅ Venda mais no digital; ✅ Use técnicas certeiras de precificação e marketing; ✅ Capture e analise dados de consumo; ✅ Atraia com inteligência, não com volume.
Ticket médio:
Valor médio gasto por cliente. Ajuda a medir a eficiência das vendas e avaliar promoções e estratégias de upsell.
O ticket médio é uma das formas mais rápidas de aumentar seu faturamento sem grandes investimentos. Comece hoje!
✅ Crie metas de ticket médio para a equipe; ✅ Use técnicas de precificação e venda consultiva; ✅ Monitore os resultados por turno e dia; ✅ Premie sempre que a meta for batida.
Faturamento total:
Soma de todas as receitas. Um dos principais indicadores para saber se o negócio está crescendo.
Você sabe qual será o faturamento da sua loja no próximo mês? Não dá pra cravar o número, mas dá sim pra prever com base em dados reais.
✅ Faça a projeção do faturamento com base em dados reais; ✅ Planeje seu orçamento baseado no faturamento; ✅ Monitore e ajuste a cada dia de venda; ✅ Aumente o ticket médio para crescer com consistência.
Faturamento por produção e revenda:
Permite entender o que traz mais retorno.
No varejo de alimentos, saber o que você produz e o que você revende pode mudar completamente a estratégia do negócio.
✅ Separe o faturamento da produção e da revenda; ✅ Avalie o peso de cada um no seu resultado; ✅ Defina metas e estratégias específicas para cada tipo; ✅ Ajuste o mix de produtos com base na margem e no perfil do seu cliente.
Faturamento por colaborador:
Avalia a produtividade da equipe e ajuda a identificar gargalos.
Ele revela se sua equipe está sendo produtiva na medida certa para sustentar seu negócio com equilíbrio.
✅ Calcule o faturamento mensal por colaborador; ✅ Avalie se sua equipe está equilibrada e produtiva; ✅ Premie boas performances; ✅ Corrija excessos ou ineficiências.
Faturamento por metro quadrado:
Mede a eficiência do uso do espaço da loja.
✅ Calcule o faturamento dividido pela metragem útil; ✅ Use para avaliar se o ponto está gerando retorno; ✅ Reposicione produtos de maior valor nos pontos de maior destaque; ✅ Reduza espaços mortos e maximize resultados com automação.
Curva ABC de vendas:
A Curva ABC é uma técnica de categorização dos produtos com base na representatividade no faturamento. Os itens do grupo A são os que mais geram receita e merecem maior atenção em estoque, divulgação e precificação. Já os grupos B e C têm impacto decrescente, mas ainda importantes para o equilíbrio do mix de produtos.
✅ Identifique seus produtos; ✅ Cuide da Curva A como prioridade; ✅ Teste, simule e promova produtos da Curva B; ✅ Crie combos e reposicione os da Curva C; ✅ Revise a curva com frequência.
📍 KPIs financeiros
CMV (Custo da Mercadoria Vendida):
Mostra quanto custa o que foi vendido. Controlar o CMV é essencial para manter uma boa margem de lucro. O CMV é um dos KPIs mais importantes da sua operação. Ele mostra quanto custa para você vender o que vende — e é um dos pilares do resultado final do seu DRE.
✅ Calcule o CMV Previsto e o Realizado; ✅ Analise a Diferença de CMV com frequência; ✅ Registre perdas e identifique causas; ✅ Corrija com estratégias além do preço; ✅ Envolva toda a equipe na busca da meta.
Fluxo de caixa:
Acompanhar as entradas e saídas financeiras evita surpresas desagradáveis e garante saúde financeira. O fluxo de caixa mostra tudo que entra e sai do caixa da sua empresa, dia após dia.
Permite prever o saldo futuro, identificar sustos financeiros antes que aconteçam e fazer uma gestão proativa e segura.
✅ Organize um plano de contas simples; ✅ Divida o fluxo por dia, semana e mês; ✅ Acompanhe o saldo projetado diariamente; ✅ Corrija desequilíbrios antes que virem crises.
DRE:
Demonstra o resultado financeiro do negócio, discriminando receitas, custos e despesas. É nele que você enxerga se as suas decisões comerciais, operacionais e financeiras estão dando resultado ou se estão drenando seu caixa sem retorno.
✅ Receba o DRE no 1º dia do mês e analise os números; ✅ Veja se o seu negócio está sustentável; ✅ Faça gestão por orçamento com base no faturamento; ✅ Crie ações práticas a partir dos dados; ✅ Use uma boa ferramenta de Business Intelligence para integrar todos os KPIs com clareza e agilidade.
Despesas fixas e variáveis:
Saber quanto custa manter o negócio operando é fundamental para a precificação e para decisões estratégicas.
Despesas são como unhas: precisam ser aparadas com frequência. Mas cuidado! Cortar a despesa errada pode comprometer o faturamento.
✅ Classifique despesas corretamente como fixas ou variáveis; ✅ Corte o que não impacta vendas; ✅ Use o DRE como guia; ✅ Faça sempre um acompanhamento.
Ruptura:
Uma grande causadora de queda no faturamento é a Ruptura. Ruptura nada mais é do que o famoso “tem mas acabou”. Mede a falta de produtos disponíveis para venda. A ruptura compromete a experiência do cliente e representa perda direta de faturamento.
Ruptura sempre irá existir no varejo, mas até que ponto o controle de ruptura está no seu poder e o que podemos fazer?
✅ Engajar a equipe; ✅ Controlar os produtos chave da curva A; ✅ Usar pedido de compra automatizado; ✅ Comparar vendas de cada item.
Perdas:
Produtos vencidos, danificados ou desviados.
Monitorar perdas é essencial para reduzir desperdícios e aumentar a margem.
✅ Faça inventários regulares; ✅ Treine sua equipe para identificar e registrar perdas corretamente; ✅ Tenha controle rígido sobre entrada e saída de mercadorias;
✅ Analise os produtos com mais reincidência de perda e crie ações específicas; ✅Use um sistema de gestão com alertas de validade, movimentação e estoque.
📍 KPIs de produção e produtividade
Volume de produção por colaborador:
Mede a eficiência da equipe de produção. Esse KPI mostra a produtividade individual e ajuda você a tomar decisões certeiras sobre escala, bônus, contratação ou treinamento.
✅Monitore diariamente quantos produtos ou receitas cada colaborador produz e relacione com o tempo trabalhado. ✅Compare turnos, dias da semana e metas de produção.
Produtividade:
Ajuda a calcular o custo da operação e planejar melhor os turnos. Mais produtividade no dia a dia é consequência de processos bem definidos e ações estratégicas.
Organize, acompanhe e melhore continuamente!
✅ Avalie a entrega de cada colaborador ou setor; ✅ Meça produtividade por hora, metro quadrado ou colaborador; ✅ Identifique gargalos e corrija com processos claros; ✅ Otimize recursos e aumente o rendimento da equipe!
Índice de qualidade:
Mede erros, retrabalhos ou reclamações. Qualidade impacta diretamente na fidelização do cliente. Mais qualidade é resultado de processos bem controlados e equipes bem treinadas.
Padronize, monitore e corrija sempre que necessário!
✅ Estabeleça critérios claros de qualidade por setor; ✅ Monitore erros, devoluções e reclamações; ✅ Treine sua equipe para manter o padrão; ✅ Corrija falhas antes que virem prejuízo!
📍 KPIs de marketing e relacionamento
Número de seguidores nas redes sociais:
Ajuda a medir a força da marca e o alcance da comunicação.
✅ Produza conteúdo relevante e frequente; ✅ Interaja com seu público diariamente; ✅ Use anúncios segmentados para atrair seguidores qualificados; ✅ Construa relacionamentos, não só números!
Acessos ao e-commerce:
Monitorar o tráfego permite otimizar campanhas e melhorar a experiência do usuário.
✅ Invista em tráfego pago e orgânico; ✅ Use conteúdos que gerem curiosidade e desejo; ✅ Divulgue nas redes sociais e canais de atendimento; ✅ Acompanhe os horários e dias de maior acesso!
Taxa de conversão:
Mede quantos visitantes realmente compram. Essencial para entender seu alcance digital e avaliar o impacto das ações de marketing.
✅ Melhore a navegação e o tempo de carregamento do site; ✅ Use gatilhos de urgência e prova social; ✅ Facilite o processo de compra; ✅ Teste estratégias e otimize sempre!
CAC (Custo de Aquisição de Clientes):
Quanto custa conquistar um novo cliente. Impacta diretamente na lucratividade.
Adquirir clientes é vital, mas com eficiência é ainda melhor. Menos custo, mais resultado!
✅ Avalie o desempenho de cada canal de marketing; ✅ Foque em públicos qualificados; ✅ Aproveite indicações e marketing orgânico; ✅ Mantenha o equilíbrio entre investimento e retorno!
LTV (Valor do Cliente ao Longo do Tempo):
Estima quanto cada cliente gera de receita ao longo da relação com a empresa. Essencial para tomar decisões de fidelização e investimento.
Clientes que compram uma vez ajudam. Os que voltam, sustentam o negócio!
✅ Invista em relacionamento e fidelização; ✅ Crie programas de recompensas e recorrência; ✅ Ofereça produtos complementares; ✅ Foque no atendimento de excelência!
ROI (Retorno sobre o Investimento):
Mostra o quanto você ganha em relação ao que investe. Essencial para avaliar se suas ações de marketing, vendas ou expansão estão valendo a pena.
✅ Meça todos os investimentos em marketing, estoque e estrutura; ✅ Compare o retorno direto de cada campanha; ✅ Ajuste o orçamento conforme os melhores resultados; ✅ Corte desperdícios e redirecione recursos!
NPS (Índice de Satisfação do Cliente):
Revela o grau de lealdade e satisfação dos seus clientes com sua empresa. Essencial para identificar pontos fortes e gargalos na experiência do consumidor.
Clientes satisfeitos compram mais e recomendam sua marca. Ouça, corrija e evolua!
✅ Faça pesquisas de satisfação regulares; ✅ Esteja aberto a críticas e elogios; ✅ Melhore o atendimento e o pós-venda; ✅ Acompanhe a evolução mês a mês!
Por onde começar?
Uma boa prática é eleger apenas 3 KPIs para começar. Estabeleça metas junto com a sua equipe, acompanhe de perto e descubra como interferir positivamente nos resultados. Quando esses três indicadores estiverem sob controle, avance para os próximos.
💡 Envolva toda a sua equipe nesse processo e premie sempre que a meta for alcançada. Isso fortalece a cultura de resultado e engajamento no time.
Não deixe mais dinheiro escapar! Tenha o controle total da sua loja com o melhor sistema de Business Intelligence (BI) do Brasil para o comércio varejista.
Criado em 2012, o Ommini evolui constantemente, auxiliando empresários do varejo em suas tomadas de decisão.
Acompanhe vendas, metas, departamentos, ticket médio, CMV, faturamento, clientes, mark-up, curva ABC, ROI, ruptura e muito mais. Tudo isso na palma da sua mão, acessível de qualquer lugar do mundo pela web, celular, tablet ou computador.
Com o Ommini, você tem dashboards intuitivos e visuais, relatórios enviados por e-mail, alertas automáticos e uma integração total com o nosso ERP — que envia os dados instantaneamente para a nuvem. Além de facilitar a gestão, o dashboard obriga a organização e a apuração correta dos resultados. No final do mês, é possível confrontar vendas, custos e despesas e tomar decisões embasadas.
Por que ele é diferente?
Enquanto outros aplicativos são genéricos, o Ommini entrega uma solução sob medida para o mercado de food service. Ele se conecta diretamente com o nosso sistema de retaguarda, capturando automaticamente todas as vendas no momento em que acontecem e apresentando tudo no seu dashboard intuitivo e cheio de recursos. Você deixa de gerenciar no escuro, ganha tempo, evita desperdícios, ajusta preços, bonifica equipes com base em resultados reais e toma decisões que geram lucro.
Características do Ommini BI:
✔️ 100% em nuvem;
✔️ Sem necessidade de instalação;
✔️ Usável em qualquer dispositivo;
✔️ Integração com sistema de gestão Lince automatizada;
✔️ Relatórios diários e mensais por e-mail;
✔️ Interface simples e robusta;
✔️ Acompanhamento em tempo real.
Pronto para transformar achismo em estratégia?
Você pode continuar no escuro, tentando adivinhar se está no caminho certo. Ou pode transformar achismo em estratégia, com dados organizados, acessíveis e confiáveis.
A sua escolha entre sorte e resultado começa agora.
Você já se perguntou o que está realmente em jogo quando o assunto é segurança no seu negócio? Em um mundo digital, proteger os dados de clientes e da sua empresa não é só uma boa prática — é uma questão de sobrevivência. No mundo do varejo, a segurança vai muito além de proteger mercadorias; ela envolve a proteção dos dados e das finanças da sua empresa. Com o aumento dos ataques cibernéticos e fraudes, a segurança tornou-se uma prioridade essencial para qualquer negócio que deseja crescer de forma sustentável. Entender os riscos e implementar as medidas certas pode ser o que diferencia um empreendimento de sucesso de uma vítima de fraudes devastadoras. Se você ainda não tomou medidas para blindar seu negócio contra fraudes e vazamentos, está na hora de repensar suas estratégias. Neste artigo, vamos abordar a importância da segurança, as ameaças mais comuns no varejo e como a Tecnoweb pode ajudar a proteger o seu negócio.
O Que a Falta de Segurança Pode Trazer ao Seu Negócio
Ignorar a segurança no seu negócio pode ter consequências devastadoras. Além das perdas financeiras imediatas, a falta de proteção pode levar a:
Perda de Credibilidade: Uma violação de segurança pode destruir a confiança que os clientes têm em sua marca. Recuperar essa confiança é um processo longo e muitas vezes custoso.
Multas e Penalidades: A falta de conformidade com normas de segurança, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), pode resultar em multas altíssimas e processos judiciais que comprometem o futuro da empresa.
Danos Operacionais: Fraudes e ataques podem causar paradas inesperadas nas operações, afetando vendas, logística e até o relacionamento com fornecedores.
Exposição a Riscos Legais: Além das multas, a falta de segurança pode expor a empresa a processos de consumidores que foram prejudicados, aumentando ainda mais os custos e complicações.
Perda de Dados: A perda de informações críticas sobre o negócio pode dificultar a tomada de decisões, prejudicando o desempenho geral da empresa.
Os Principais Golpes e Fraudes no Varejo
O varejo é um dos setores mais visados por criminosos, que usam métodos cada vez mais sofisticados para enganar empresas e consumidores. Entre os golpes mais comuns, destacam-se:
Boleto Falso: Esse golpe é um dos mais frequentes no varejo. Os fraudadores enviam boletos com informações bancárias adulteradas para clientes ou até para a própria empresa, desviando o pagamento para contas de terceiros. Isso não só prejudica financeiramente, mas também afeta a credibilidade da empresa com seus clientes. Por esse motivo, prefira sempre receber boletos em PDF, pagar as contas por meio do ‘Pix copia e cola’, mantenha seu antivírus atualizado e confira sempre os dados do banco emissor para garantir a autenticidade.
Fraude do Extrato Falso: Essa fraude envolve a adulteração de extratos bancários para enganar empresas sobre pagamentos que não foram realizados. Isso pode acontecer durante processos de conciliação de vendas ou até em negociações com fornecedores. Nela, o meliante edita o extrato da conta bancária, geralmente em um dispositivo eletrônico, para criar uma falsa impressão de que um pagamento foi duplicado ou não ocorreu, com o objetivo de obter um reembolso ou enganar a outra parte. Atenção redobrada e processos rigorosos são suas melhores defesas!
Phishing: Phishing é um golpe em que criminosos tentam enganar funcionários ou clientes para obter informações confidenciais, como senhas e dados bancários. No varejo, isso pode ocorrer por meio de e-mails, mensagens ou sites falsos que se passam por comunicações legítimas da empresa. Os golpes de phishing podem resultar em perdas financeiras, roubo de dados e até comprometimento da rede da empresa, afetando tanto as operações quanto a reputação. A educação dos funcionários e o uso de ferramentas de segurança são essenciais para identificar e prevenir esses ataques.
Roubo de Dados de Clientes: O roubo de dados de clientes é uma das ameaças mais graves para empresas de varejo, onde informações sensíveis, como números de cartão de crédito, endereços e dados pessoais, são alvo de cibercriminosos. Esse tipo de ataque geralmente ocorre por meio de brechas de segurança, acesso não autorizado ou malwares infiltrados nos sistemas da empresa. As consequências incluem perda de confiança dos clientes, prejuízos financeiros e possíveis multas por violação de normas de proteção de dados, como a LGPD. Proteger esses dados é crucial para manter a credibilidade e a segurança do seu negócio.
Falsificação de Produtos e Devoluções Fraudulentas: A devolução de produtos que não foram comprados na loja ou a falsificação de produtos são práticas que causam prejuízos significativos ao varejo, dificultando o controle do estoque e impactando diretamente o fluxo de caixa. Para se proteger contra a falsificação, utilize marcas de segurança, hologramas e certificações de autenticidade e trabalhe com fornecedores e distribuidores confiáveis e verifique regularmente a autenticidade dos produtos. Para evitar devoluções fraudulentas, estabeleça políticas claras sobre condições de devolução e reembolsos e mantenha registros detalhados de vendas e devoluções.
Exemplo da Fraude do Extrato Falso. É importante estar atento para proteger o seu negócio!
Como Proteger os Dados do Seu Negócio?
Proteger os dados do seu negócio é uma das principais defesas contra fraudes e golpes no varejo. Implementar boas práticas de segurança da informação não só protege contra ameaças externas, mas também melhora a eficiência operacional e a confiança dos seus clientes. Veja algumas medidas fundamentais para proteger os dados do seu negócio:
Educação e Treinamento de Funcionários: Os colaboradores devem ser constantemente treinados sobre boas práticas de segurança digital, como identificar tentativas de phishing, proteger senhas e evitar o uso de redes Wi-Fi públicas para acessar informações sensíveis.
Utilize Softwares de Segurança Atualizados: Antivírus, firewalls e outros softwares de segurança devem estar sempre atualizados para proteger contra novas ameaças. Realizar auditorias periódicas de segurança também ajuda a identificar e corrigir vulnerabilidades.
Backup Regular de Dados: Realizar backups regulares é essencial para proteger seus dados contra perdas inesperadas, ataques de ransomware ou falhas no sistema. Armazene essas cópias em locais seguros e certifique-se de que estejam acessíveis apenas por pessoal autorizado.
Criptografia de Dados: Use criptografia para proteger dados sensíveis, tanto em trânsito quanto em repouso. A criptografia garante que, mesmo que os dados sejam interceptados, eles não possam ser lidos sem a chave correta.
Implementação de Autenticação Multifator (MFA): A MFA adiciona uma camada extra de segurança ao exigir múltiplas formas de verificação antes de conceder acesso aos sistemas, dificultando a vida de potenciais invasores.
Gestão de Senhas: Utilize ferramentas de gestão de senhas para garantir que senhas complexas e únicas sejam usadas em todos os acessos. Evite o uso de senhas repetidas ou fáceis de adivinhar e incentive a troca periódica de credenciais.
Monitoramento e Logs de Acesso: Mantenha registros detalhados de quem acessa o quê dentro dos seus sistemas. Monitorar o comportamento dos usuários pode ajudar a identificar atividades suspeitas e responder rapidamente a possíveis incidentes.
Conformidade com a LGPD: A Lei Geral de Proteção de Dados exige que as empresas protejam os dados pessoais que coletam. Estar em conformidade com a LGPD não só evita multas, mas também demonstra aos clientes que sua empresa leva a segurança a sério.
Como a Tecnoweb Garante a Segurança do Seu Negócio?
Com 30 anos de experiência no mercado de automação comercial e gestão, a Tecnoweb entende a importância da segurança para o sucesso do seu negócio. Nossas soluções foram desenvolvidas para mitigar riscos e proteger sua empresa de ameaças constantes.
Entre os benefícios dos nossos sistemas você encontra:
Controle centralizado:Nosso sistema de gestão centraliza todas as operações da empresa em uma única plataforma, permitindo que informações de diferentes setores sejam integradas. Isso reduz o risco de erros e inconsistências, garantindo que os dados sejam sempre precisos.
Definição de níveis de acessos:O sistema permite a definição de níveis de acesso para diferentes usuários. Além disso, o nosso sistema de gestão Lince possui aplicação de biometria, aumentando a segurança e reduzindo o risco de uso indevido.
Relatórios e Conformidades com normas e regulamentações: Nossos sistemas são projetados para estar em conformidade com as normas e regulamentações, facilitando o cumprimento das obrigações legais da empresa. Além disso, ele gera relatórios que ajudam a empresa a manter a transparência e prestação de contas. Tudo para garantir que suas empresa esteja sempre segura.
Atualizações e suporte:A tecnoweb oferece atualizações regulares dos sistemas para acompanhar as mudanças técnicas, nas regulamentações e novas ameaças de segurança. Além disso, a empresa fornece suporte técnico, assegurando que qualquer problema seja resolvido de forma eficaz.
Mecanismos de verificação e autenticação:Entre as nossas soluções, estãoincluídos mecanismos de verificação e autenticação, como conciliador de TEF (Transferência Eletrônica de Fundos), que ajuda a prevenir fraudes como a adulteração de extratos bancários.
Monitoramento em tempo real:O sistema permite que a empresa monitore suas operações em tempo real, identificando rapidamente qualquer irregularidade ou discrepância. Isso é crucial para tomar decisões rápidas e informadas que podem prevenir problemas maiores.
Relatório do TEF tecnoweb
Conclusão
A segurança no varejo é uma prioridade, e proteger os dados do seu negócio é essencial para garantir a confiança dos clientes e evitar prejuízos. Com a Tecnoweb, sua empresa pode contar com soluções tecnológicas robustas e inovadoras que asseguram a proteção necessária para operar com tranquilidade e foco no crescimento.
Não espere que a fraude aconteça para agir. Com a Tecnoweb, você tem a tranquilidade de saber que seu negócio está seguro contra os principais golpes do mercado. Invista em segurança e proteja o futuro da sua empresa.
Mude para Tecnoweb e veja como podemos transformar a segurança do seu negócio!
Tributos ou Impostos estão certamente entre os maiores custos do varejo e entre as maiores atenções.
Nessa série de 08 vídeos vamos tratar de um mercado específico, o varejo de alimentos, ou seja, mercado de panificação, supermercados, mercearias, delicatessen e afins. Nas implantações de sistema isso é sempre uma preocupação, pois na maioria das vezes o cliente não conhece bem dos tributos e sempre busca no contador a solução, afinal ele é o especialista no assunto. Porém o contador, assim como o advogado, usa muitos termos técnicos que a meu ver dificultam o entendimento por parte dos clientes. Alguns contadores estão terceirizando a tarefa de revisão de tributos a outras empresa ou a robôs, afinal, é uma tarefa repetitiva e improdutiva, mas muito importante. Então a ideia aqui é traduzir de forma mais suave e clara quais são os regimes tributários (Simples, LR ou LP) e como eles são apurados.Assim você pode identificar qual o melhor regime tributário para sua empresa e como pode pagar menos tributo.
Veja bem, o contador não consegue de bate pronto revisar todo o cadastro de produtos e informar CST ICMS, Alíquota ICMS, Situação Tributária ICMS, NCM, CEST, PIS, COFINS, ETC. Existem algumas empresas que monitoram diariamente o cadastro de produtos do cliente, evitando o cadastramento errado, mas não estão envolvidas nas operações de entrada e saída, olha o produto isoladamente. Então, ainda creio, que o conhecimento é a melhor solução. Saber o porquê é o caminho para entender do assunto. Além de que, como posso não saber daquilo que está entre os temas que mais me incomodam, que mais me tiram o sono, que mais impacta no resultado da minha empresa? Está certo delegar totalmente e depois só pagar o preço? Por isso resolvi fazer esses vídeos para explicar um pouco mais sobre tributos no varejo, de uma forma bem simples e clara.
Para fazer esses vídeos além de ler sobre o assunto, consultei vários contadores e fui juntando o quebra cabeça, cada um me passava um pedaço dos cálculos.
Tributos ou Impostos
Estadual ou Federal
Para começar vamos separar o que é tributo estadual e o que é federal:
Estadual
Federal
ICMS
PIS
COFINS
IRPJ
CSLL
Regras diferentes de acordo com cada estado e seu regulamento de ICMS
Mesma regra em todo o Brasil
Depois vamos definir o que é tributo e o que é imposto:
Na verdade, impostos, taxas ou contribuições são todos tributos. A diferença entre impostos, taxas ou contribuições está relacionada ao destino de cada um, por isso temos:
CSLL – Contribuição sobre Lucro Líquido;
ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviços;
IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social;
E o PIS que também é uma contribuição social.
Sobre Faturamento ou Sobre Lucro
O tributo pode ser calculado com base nos valores de venda ou com base no lucro (Venda – Custos).
Comece por isso: Vale pagar tributo somente quando tem lucro, ou seja, quando tem prejuízo não tem tributo a pagar? Ou vale pagar tributo sobre o faturamento mesmo que não tenha lucro?
Padaria – lucro alto;
Serviços – lucro alto;
Revenda – lucro baixo.
Regime
E para finalizar vamos esclarecer o que é Regime.
Quando falamos de regime estamos falando de regime de tributação, que simplificando é a forma como sua empresa irá apurar os tributos. Temos 03 regimes: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Cada um tem suas particularidades e isso pode impactar sua carga tributária. É importante saber qual regime tributário é melhor para sua empresa para pagar menos imposto de maneira legal!
Vamos falar mais sobre todos eles mais à frente.
Simples Nacional
Nos vídeos anteriores expliquei sobre tributos, impostos, taxas, contribuições, estaduais e federais. Se ainda não viu, volta lá e veja o vídeo 1 e 2 dessa série.
Aí você me diz que está no regime de Simples Nacional e por isso não precisa se preocupar com a classificação dos tributos, afinal paga pelo faturamento. Eu te digo, essa afirmação está errada. Quem está no Simples Nacional também paga CSLL, ICMS, IRPJ, Cofins e Pis em uma das 06 faixas de faturamento. OU seja, paga os mesmos tributos de quem está no LR o LP, com alíquotas diferentes.
Veja o quadro a seguir com as 06 faixas de faturamento e alíquotas do Simples Nacional para Comércio:
*A tabela fala de Receita Bruta, aqui vamos traduzir em Faturamento, ou seja, a soma de tudo que vendeu nos últimos 12 meses.
Observe que existe uma coluna de valor a deduzir. Depois teremos um vídeo explicando como calcular o Simples Nacional, mas já deu para perceber que não é simplesmente pegar o faturamento x a alíquota. Vale lembrar que se passou do limite de R$3.600.000,00 já pode estar desenquadrado em nível estadual e por isso pagar ICMS a parte.
Vamos ao exemplo: Quando você simplesmente ignora a classificação do Pis e Cofins, tributo federal, de cada produto, selecionando 49 ou 99, você está ignorando uma informação que pode fazer você pagar mais tributo do que o devido. Existem alguns produtos que são classificados como monofásicos.
Produtos Monofásicos, são aqueles que somente a indústria paga o Pis e Cofins. Nesse caso está embutido no preço do produto e ninguém mais paga ou tem crédito. Existem alguns produtos que são classificados como isentos de Pis e Cofins. Existem alguns produtos que são classificados como Substituição Tributária de Pis e Cofins, que também são aqueles que somente a indústria paga o Pis e Cofins.
Exemplos de Monofásicos: Cervejas, Chopes, Refrigerantes, Energéticos, Produtos de Beleza, Perfumaria, Farmácia, Produtos de Petshop. Portanto, os produtos que são isentos, monofásicos ou substituição tributária devem ser excluídos do cálculo, e pagar menos tributo, pois são produtos que já tiveram o PIS e Cofins recolhidos pela indústria.
Ao calcular o tributo você retira do cálculo os produtos monofásicos e isentos? Para quem está no regime Simples Nacional, não pode apropriar de crédito do Pis e Cofins, mas paga o Pis e Cofins, ou seja, não tem crédito, mas tem débito. Se classifica errado o produto, paga o que não devia, que já foi recolhido pelo fabricante. Recentemente uma padaria que fatura em média R$2.400.000,00 ao ano, ou seja, enquadrada no simples, recuperou R$70.000,00 referente a imposto pago a maior, simplesmente porque passou 05 anos classificando errado os produtos.
Observe que temos pelo menos 07 classificações para Pis e Cofins a observar no caso do varejo de alimentos:
1 – Operação Tributável;
4 – Operação Tributável Monofásica;
5 – Operação Tributável por Substituição Tributária;
6 – Operação Tributável por Alíquota Zero;
7 – Operação Isenta de Contribuição;
49 ou 99 – Outras Operações.
Então para ficar bem claro, se o seu regime é Simples Nacional, não ignore a classificação do Pis e Cofins, pois isso pode refletir no pagamento indevido dos tributos. E no caso do ICMS, que é o tributo estadual, também ocorrem erros na classificação tributária, principalmente para os produtos de Substituição Tributária ICMS. Portanto, os produtos que são substituição tributária de ICMS devem ser excluídos do cálculo, e pagar menos tributo, pois são produtos que já tiveram o ICMS recolhidos pela indústria.
Observe, parece que a legislação tributária foi feita para não ser mesmo entendida, pois temos os mesmos termos, como substituição tributária, no tributo estadual e no federal, só que são completamente diferentes, o que vale para um não necessariamente vale para outro. Substituição Tributária ICMS significa que o fabricante vai recolher o tributo, portanto, não deve ser recolhido novamente. O fato é que se classificar equivocamente um produto que é Substituição Tributária de ICMS como tributado, vai pagar tributo indevido, pois estará pagando algo que já foi recolhido pelo fabricante.
Preste atenção no campo CST/CSOSN, ele classifica o produto na geração da NF-e ou NFC-e. Por exemplo, um produto Substituição Tributária terá o CSOSN 500, equivalente ao CST 060.
Isentos, ST e Monofásicos
Observe que existem produtos em que:
Pis, Cofins e ICMS são isentos (Preservativos);
Pis e Cofins tem alíquota ZERO (Medicamentos, produtos de perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal);
Alguns são Substituição Tributária seja para PIS, Cofins ou para ICMS (Bebidas frias);
Alguns são Monofásicos para Pis e Cofins (Sorvetes).
A seguir mostro a tabela de cálculo do Simples Nacional, observe que todos os tributos estão incorporados no cálculo do Simples Nacional, só para reforçar que mesmo no Simples Nacional há o pagamento de CSLL, ICSM, IRPJ, Cofins e PIS:
Nessas tabelas vai identificar os produtos pela descrição ou pelo NCM, e vai descobrir que Produtos de Perfumaria, Refrescos, isotônicos e Energéticos são monofásicos.
Bem, parece complicado mesmo, então por que não deixar que empresas especializadas cuidem disso, empresas que podem diariamente varrer seu cadastro, analisar todos os XMLs que emite e que recebe e verificar se não há nada classificação incorreta? Isso não quer dizer que não devam compreender e cuidar disso, deve apenas deixar o trabalho operacional para quem é especialista no assunto.
Para encerrar, vale reforçar que apurar o imposto no regime Simples Nacional é de fato mais simples que em outros regimes, é fato que as empresas que estão no Simples Nacional terão menor encargo com o INSS, mas para pôr ai, as demais informações dependem de qual empresa estamos falando.
Bem aqui encerramos o vídeo sobre Simples Nacional, mostramos como pagar menos tributo classificando corretamente o Pis, Cofins e ICMS de cada produto. Mostramos que se classificar errado vai pagar tributo a maior, indevidamente. A propósito, será que ao longo dos últimos anos você classificou errado alguns produtos, delegando isso somente ao seu contador, sendo assim pagou mais tributo do que devia?
Lucro Real
Nos vídeos anteriores expliquei sobre tributos, impostos, taxas, contribuições, estaduais, federais e simples nacional. Se ainda não viu, volta lá e veja os vídeos 1, 2 e 3 dessa série. As contabilidades usam 02 termos para o lucro real, que estão na legislação, e que podemos traduzir da seguinte forma:
Não Cumulativo: Quer dizer, aproveito o crédito na compra do produto e gero débito na venda;
Fato Gerador: Quer dizer que o fato gerador do tributo é o lucro ou receitas tributadas.
Quando o regime tributário é Lucro Real, dizemos que o regime é não cumulativo, ou seja, aproveito o crédito na compra do produto e gera débito na venda. E que o Fator Gerador do PIS COFINS são as Receitas Tributadas. E que o Fator gerador do IRPJ e do CSLL é o Lucro.
Veja o Exemplo para os produtos tributados para Pis e Cofins, que é uma boa parte dos produtos que comercializa na sua loja, e, portanto, são apurados como Débito e Crédito:
A alíquota do PIS é de 1,65%. A alíquota do COFINS é de 7,6%.
1,65% + 7,6% = 9,25%
Vamos ao exemplo:
Crédito = Compras R$ 50.000,00 X 9,25% = R$4625,00
Débito = Vendas R$75.000,00 x 9,25% = R$6937,50
Diferença R$4625,00 – R$6937,50 = R$2312,50 (tributo a pagar. Fato gerador lucro. Não cumulativo)
Veja o Exemplo para apuração de IRPJ e CSLL:
(Faturamento – Despesas) x 24% (15% IRPJ e 9% CSLL) e ainda pode ter um adicional de 10%
E o ICMS, da mesma forma, é o que chamamos de débito e crédito, só que respeitando a alíquota de ICMS do estado de origem e do seu estado.
Crédito = Compras R$ 10.000,00 X 18% = R$1800,00
Débito = Vendas R$15.000,00 x 18% = R$2700,00
Diferença R$1800,00 – R$2700,00 = R$900,00
Ou
Crédito = Compras R$ 10.000,00 X 12% = R$1200,00
Débito = Vendas R$15.000,00 x 18% = R$2700,00
Diferença R$1200,00 – R$2700,00 = R$1500,00
Quando compra mercadoria que vem de outro estado, pode estar pagando + ICMS se houver diferença de alíquota.
Então,
No caso do ICMS preciso retirar os produtos que vendi e que são ST de ICMS.
No caso do PIS e COFINS preciso retirar os produtos que vendi e que são monofásicos.
CSLL e IRPJ preciso retirar os prejuízos.
No caso do IRPJ preciso retirar o tributo retido na fonte.
Então, também preciso retirar os cupons NFCe cancelados, os Descontos concedidos.
Sabe que praticamente tudo pode ser considerado DESPESA na apuração da CSLL+IRPJ no Lucro Real, inclusive inadimplência. Inclusive depreciação dos imobilizados (maquinas, veículos), Entenda, quanto maior a despesa, menor o lucro e portanto menor o imposto.
Bem aqui encerramos o vídeo sobre Lucro Real, mostramos como pagar menos tributo classificando corretamente o Pis, Cofins e ICMS de cada produto. Mostramos que se classificar errado vai pagar tributo a maior, indevidamente. E também mostramos que Pis, Cofins, ICMS são apurados diferentemente do IRPJ e CSLL.
Lucro Presumido
Nos vídeos anteriores expliquei sobre tributos, impostos, taxas, contribuições, estaduais, federais, simples nacional e Lucro Real. Se ainda não viu, volta lá e veja os vídeos 1, 2, 3 e 4 dessa série. As contabilidades usam 02 termos para o lucro presumido, que estão na legislação, e que podemos traduzir da seguinte forma:
Cumulativo: Quer dizer, NÃO aproveito o crédito na compra do produto e gero débito na venda,
Fato Gerador: Quer dizer que o fato gerador do tributo é o faturamento ou receitas tributadas.
*Fator Gerador do PIS COFINS são as Receitas Tributadas. Fator gerador do IRPJ e do CSLL é o faturamento.
Veja o Exemplo para os produtos tributados para Pis e Cofins, que é uma boa parte dos produtos que comercializa na sua loja, e, portanto, são apurados como Débito e Crédito:
A alíquota do PIS é de 0,65%. A alíquota do COFINS é de 3%.
0,65% + 3% = 3,65%
Vamos ao exemplo:
Quando o regime tributário é Lucro Presumido
Crédito = Compras R$ 50.000,00 X 3,65% = R$0,00
Débito = Vendas R$75.000,00 X 3,65% = R$2737,50
Diferença R$0,00 – R$2637,50 = R$2737,50
Comparando só para entender o cálculo dos 02 regimes no que se refere ao PIS e COFINS:
Já no ICMS, da mesma forma que no LR, é o que chamamos de débito e crédito, só que respeitando a alíquota de ICMS do estado de origem e do seu estado.
ICMS
Crédito = Compras R$ 10.000,00 X 18% = R$1800,00
Débito = Vendas R$15.000,00 x 18% = R$2700,00
Diferença R$1800,00 – R$2700,00 = R$900,00
Ou
Crédito = Compras R$ 10.000,00 X 12% = R$1200,00
Débito = Vendas R$15.000,00 x 18% = R$2700,00
Diferença R$1200,00 – R$2700,00 = R$1500,00
Em ambos os casos estou calculando somente o valor tributado de PIS e COFINS e ICMS, ainda temos os demais tributos como IRPJ, CSLL.
Então,
No caso do ICMS preciso retirar os produtos que vendi e que são ST de ICMS;
No caso do PIS e COFINS preciso retirar os produtos que vendi e que são monofásicos;
Também preciso retirar os cupons NFCe cancelados, os Descontos concedidos.
IRPJ e CSLL no Lucro Presumido
No Lucro Presumido além tributado na saída do Pis e Cofins, também é tributado no IRPJ e CSLL a cada 03 meses, trimestral.Para IRPJ e CSLL considera a margem de presunção, ou sejam presume-se que a sua empresa tem uma margem de lucro para cada categoria de produtos, e aplica-se os percentuais.
Por exemplo:
Venda de Produtos e Industrialização a Margem de Presunção é 8% IRPJ 12% CSLL, ou seja:
Faturamento do Trimestre com Venda de produtos tributados no IRPJ e CSLL R$100.000,00
R$100.000,00 + 8% = R$108.000,00.
IRPJ = R$8000,00 x 15% = R$1.200,00 no Trimestre
R$100.000,00 + 12% = R$112.000,00.
CSLL = R$12000,00 x 9% = R$1.080,00 no Trimestre
IRPJ+CSLL = R$1200,00 + 1080,00 = R$2280,00 no trimestre
No Lucro Presumido não posso compensar despesas, quer dizer, se houve prejuízo no trimestre vai pagar o tributo da mesma forma. No lucro presumido deve-se excluir valores como vendas canceladas e descontos.
Bem aqui encerramos o vídeo sobre Lucro Presumido, mostramos como pagar menos tributo classificando corretamente o Pis, Cofins e ICMS de cada produto. Mostramos que no LP os prejuízos não podem ser compensados. Mostramos que se classificar errado vai pagar tributo a maior, indevidamente. E também mostramos que Pis, Cofins, ICMS são apurados diferentemente do IRPJ e CSLL.
Apurando o Simples Nacional
Nos vídeos anteriores expliquei sobre tributos, impostos, taxas, contribuições, estaduais, federais, simples nacional, Lucro Real e Lucro Presumido. Se ainda não viu, volta lá e veja os vídeos 1, 2, 3, 4 e 5 dessa série.
Para apurar o tributo para quem está no Simples Nacional, faça assim:
Faturamento do mês corrente = R$217.350,00
Faturamento dos últimos 12 meses R$2.400.000,00
A fórmula será
Exemplo:
Faturamento dos últimos 12 meses = R$2.400.000,00
Faixa 5 = Alíquota 14,3%
Parcela de Dedução = R$87.300,00
R$2.400.000,00 x 14,3% = R$343.200,00
R$343.200,00 – R$87.300,00 = R$255.900,00
R$255.900,00 / R$2.400.000,00 = 10,66%
10,66% * R$217.350,00 = R$23.169,51
R$23.169,51 é o Tributo Simples Nacional a Pagar
10,66% é a alíquota real
Lembre-se do que eu disse que quando se paga o Simples Nacional na verdade está pagando todos os tributos, IRPJ, CSLL, ICMS, PIS, COFINS, INSS.
Então,
No caso do ICMS preciso retirar os produtos que vendi e que são ST de ICMS;
No caso do PIS e COFINS preciso retirar os produtos que vendi e que são monofásicos;
Ou seja, retirando os produtos ST ICMS e Monofásicos, a alíquota real ficar menor;
Também preciso retirar os cupons NFCe cancelados, os Descontos concedidos.
Bem aqui encerramos o vídeo sobre como calcular o Simples Nacional, mostramos que a alíquota real é bem diferente da alíquota da tabela. Mostramos que produtos monofásicos e ST precisam ser abatidos do cálculo final.
Comparando
Nos vídeos anteriores expliquei sobre tributos, impostos, taxas, contribuições, estaduais, federais, simples nacional, Lucro Real e Lucro Presumido e como calcular o Simples Nacional. Se ainda não viu, volta lá e veja os vídeos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 dessa série.
Aqui agora vou mostrar uma tabela comparando as características dos 03 regimes tributários, mas antes que algum contador fique furioso comigo, vale lembrar que existem questões particulares que não estão aqui, como por exemplo aluguel, transferências, conta de energia, entre outros que precisam ser inseridas no cálculo final dos tributos.
Mas como não tenho medo de cara feia, aí vai a tabela:
Simples Nacional você paga tributo sobre o faturamento.
Lucro Presumido, paga parte do tributo sobre a presunção de lucro.
Lucro Real, paga parte do tributo sobre o lucro real apurado.
É melhor pagar tributo quando tem lucro, quando o fisco presume que teve lucro, ou simplesmente sobre faturamento, mesmo que não tenha lucro?
Nessa minha busca por informações que possam de fato ajudar o empresário no entendimento e conhecimento nesse emaranhado dos regimes tributários, descobri um site que faz um comparativo entre os regimes Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido. Não é perfeito, pois considera apenas uma alíquota de ICMS, não considera os prejuízos, descontos, monofásicos, mercadorias compradas de fora do estado, que afetam o cálculo final, mas dá uma boa noção de como nos enganamos com o regime ideal para nossa empresa.
Outra coisa que precisa ser incluída, é ter 02 CNPJ, um no Simples e outro no Lucro Real, isso também faz muita diferença.
Veja abaixo o comparativo com uma empresa que fatura 3 milhões/anual, média de 250 mil/mês e outra com 5 milhões/anual, média de 416 mil/mês. Olha o resultado como quem está no Simples Nacional fica muito perto do Lucro Real ou até muito acima do Lucro Real:
Segue o site para quem quiser fazer sua simulação:
Bem aqui encerramos o vídeo sobre onde comparamos as características dos 03 regimes. Mostramos que o LP tem alíquotas menores que LR, porém não compensa prejuízos e não apropria de créditos.
Detalhes
Outros Créditos
Nos vídeos anteriores expliquei sobre tributos, impostos, taxas, contribuições, estaduais, federais, simples nacional, Lucro Real e Lucro Presumido e como calcular, Simples Nacional e Comparamos os 03 regimes. Se ainda não viu, volta lá e veja os vídeos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 dessa série.
Pequenos detalhes podem fazer grande diferença na hora de calcular os impostos. Esteja atento a cada aspecto para pagar o justo!
Alguns produtos e serviços podem gerar crédito de Pis e Cofins, exemplo, a Energia Elétrica, Aluguel, Insumos, Matérias Primas, etc. Nesses casos os créditos entram no cálculo final do tributo. NF-e e NFC-e canceladas devem ser reduzidas do valor apurado. Descontos devem ser reduzidos do valor do valor apurado. Na apuração do tributo tem certeza de que abateu os cancelamentos, descontos e outros créditos, IRPJ Retido, observou a diferença de alíquota, deduziu o ST e os Monofásicos?
Resumo
Até agora já comparei simples, lucro presumido e lucro real;
Que existem produtos isentos de Pis Cofins – Seu cadastro tem produtos Isentos?
Que existem produtos com alíquota zero de Pis Cofins – Diferente de Isento;
Que existem produtos Não Incidentes de Pis Cofins – Diferente de Isento e alíquota Zero;
Que existem produtos ST de Pis Cofins – Seu cadastro tem produtos ST Pis e Cofins? EX: Cigarros;
Que existem produtos Monofásico de Pis Cofins – Seu cadastro tem produtos Monofásicos de Cofins? EX: Cervejas;
Que NFE e NFCe canceladas devem ser reduzidas – Você envia para contabilidade as notas canceladas?
Que existem produtos com Substituição Tributária para ICMS. Seu cadastro tem produtos ST ICMS? Ex: Refrigerantes.
Matriz e Filiais
Outro ponto, para quem tem mais de uma loja. Se você tem mais de uma loja, lembre-se de que os produtos transferidos entre matriz e filiais são tratados de forma especial para fins de tributação.Conheça essas particularidades para não pagar impostos desnecessários. Os produtos transferidos entre matriz e filiais são considerados como Não Incidentes para Pis e Cofins. Ou seja, ao emitir uma NF-e para enviar um produto para a filial, deve-se considerar que essa nota não será tributada em Pis e Cofins.
Bem agora você tem mais informações para discutir e saber de fato qual é o melhor regime tributário para sua empresa. Saber se está pagando imposto a maior por erro de cadastro. Saber se os produtos que compra são monofásicos, substituição tributária, isentos ou não incidentes e assim pode pagar menos tributo e se torna mais competitivo. Saber que os cupons cancelados e os descontos concedidos devem ser abatidos do cálculo. Saber que somente no Lucro Real é possível compensar os prejuízos.
STF
Recentemente o STF definiu a retirada do PIS e Cofins no cálculo do ICMS. Por muito tempo foi discutida a inconstitucionalidade da tributação do ICMS, PIS e COFINS sobre a mesma base de cálculo, o que gerava bitributação. O STF decidiu que o valor do ICMS destacado na nota fiscal não deve integrar a base de cálculo das contribuições, já que não compõe o faturamento da empresa. Desde 15 de março de 2017, dando direito ao ressarcimento do valor que foi pago indevidamente.
Mas para isso, é necessário reclamar ao fisco o valor pago indevido. Você já reclamou o que foi pago indevidamente?
Qual o melhor regime?
Para saber qual o melhor regime tributário precisamos colocar no cálculo o IR, CSSL, Pis, Cofins, ICMS, INSS, o Mix de Produtos que vende na loja, a origem desses produtos, se vende só no varejo ou também no atacado e se tem filiais.
Só para ilustrar:
Uma loja de Produtos Pet Shop, ou Farmácia ou Depósito de Bebidas, que tem quase todos os produtos ST e Monofásicos, não faz sentido estar em LP ou SIMPLES. Uma padaria que tem no seu mix muitos produtos ST, Monofásicos ou que geram crédito, pode ficar no Simples Nacional se o faturamento é abaixo de R$200.000,00, mas se for acima disso deve fazer uma reavaliação.
Escolher ficar no Simples Nacional apenas porque o faturamento está abaixo de R$4.800.000,00 é certamente um erro;
Não classificar corretamente os produtos e delegar isso somente a contabilidade, é outro erro;
Não recuperar o que foi pago indevido, é um desperdício;
Ter medo de vasculhar os tributos pagos só para evitar algum problema com o fisco, é um medo que precisa ser revisto;
Vou reforçar, Tributos, Folha de Pagamento, Energia, aluguel, estão entre os maiores custos do varejo, então se cuidar bem deles, seus custos serão menores e sua loja se torna mais competitiva, pode vender com preços menores ou margens maiores que os concorrentes;
Então não escolha se manter no simples simplesmente porque fatura menos que R$4.800.000,00 nos últimos meses;
Não classifique os produtos como Outras Operações só porque está no Simples;
Não delegue ao seu contador toda essa responsabilidade, pois você pode estar cometendo esses erros há muito tempo, tem milhares de produtos na sua base, emite centenas de cupons todos os dias, mistura PF e PJ, e nem sempre envia ao contador todas as informações corretas e completas;
E vale a pena verificar o que já foi pago indevidamente nos últimos anos, para isso é necessário que isso seja tratado por um especialista que possa se dedicar exclusivamente para descobrir esses erros, corrigir e reclamar o que estiver errado.
O conhecimento é a melhor solução
Entender e otimizar os tributos é essencial para o sucesso e a sustentabilidade dos negócios. Cuidado com dicas, como:
“O melhor é Simples Nacional!O melhor é abrir um segundo CNPJ! O melhor é vender sem emitir cupom! Quem está no simples só precisa se preocupar com um imposto!”
Muito melhor entender e discutir com um especialista, afinal como delegar um tema que está entre os 05 principais custos da sua empresa? Existem maneiras legais de otimizar seus custos tributários. Converse com o seu contador!
Veja que o fisco já tem muitas informações sobre sua empresa, seja pela NFe, NFCe, e-social, Cartões de Crédito, PIX, SPED. E já estão chegando o DREX, Open Finance e o Real Digital. mesmo assim acredita que sua empresa está protegida?
Perceba que no seu mercado existem milhares de empresas do mesmo porte que a sua, que conseguem viver com rentabilidade pagando todos os tributos. Já se perguntou o que essas empresas estão fazendo para conseguir resultado melhor que o seu?
Mostramos muita coisa sobre Simples Nacional, LR, e LP. Espero ter ajudado a entender um pouco mais sobre esse tema tão complexo, mas que afeta tanto sua empresa.
Na Tecnoweb estamos comprometidos em oferecer soluções que estejam dentro da lei e contribuam com o crescimento sustentável das empresas. Não trabalhamos com sistemas não fiscais, pois sabemos que estar em conformidade com a legislação é essencial para a segurança e sucesso dos negócios a longo prazo. Nós conhecemos a jornada do empresário do varejo e sabemos que não é nada fácil. Mas com processos certos, metas, cultura empresarial, desenvolvimento e estratégia o seu negócio vai longe. Conte conosco para te ajudar a alcançar os seus objetivos de forma ética e responsável.
“Quais os principais relatórios que devo acompanhar rotineiramente?”
Recebi essa pergunta de uma cliente com objetivo de saber se está controlando, gerindo corretamente seu varejo. Claro que não precisamos focar nos relatórios, pois relatórios e dashboards são apenas meios para acompanhar os indicadores (KPIs). O olhar deve estar nos KPIs ou Indicadores, cada um deles representa uma informação.
KPI = Key Performance Indicador ou Indicador Chave de Performance
Performance é o resultado do seu negócio. Para saber se o seu KPI está bom ou ruim, você deve compará-lo com as metas estabelecidas. As metas estabelecidas devem refletir o resultado necessário para manter o negócio lucrativo e devem ser estabelecidas em acordo com sua equipe.
Diariamente acompanhe:
Clientes Dia/ Ticket Médio
Para aumentar os KPIs clientes dia e Ticket médio você precisa aplicar algumas estratégias de marketing e de gestão de equipe.
Acompanhe também faturamento. O aumento de faturamento será consequência da boa aplicação das estratégias nos 02 KPIs anteriores, caso contrário pode até aumentar o faturamento e não aumentar o lucro.
Acompanhe o CMV, julgo como principal KPI a ser acompanhado. CMV previsto correto é estabelecido no momento da precificação do produto, depois precisa ser confirmado. É o que chamamos de CMV previsto ou realizado. Além da precificação correta e adequada a meta de cada departamento, estratégias de marketing, controle de perdas, gestão de compras e estoque, além de mix de produtos, interferem no resultado do CMV. Analise a diferença de CMV, que é exatamente a diferença entre o previsto e o realizado.
Mensalmente acompanhe sua CURVA ABC:
CURVA A – SUSTENTA O FATURAMENTO. ALTERAÇÃO NESSA CURVA PODE PROVOCAR + FATURAMENTO OU QUEDA DE VENDA;
CURVA B – PRODUTOS DE GIRO MÉDIO E IMPACTO MÉDIO. ALTERAÇÃO NESSA CURVA DEVE SER PARA AUMENTAR FATURAMENTO E/OU LEVAR O PRODUTO PARA A CURVA A;
CURVA C – BAIXO GIRO. ALTERAR NESSA CURVA GERA BAIXO IMPACTO NO FATURAMENTO, MAS SE REPOSICIONAR O PRODUTO, PODE ELEVAR PARA A CURVA B COM IMPACTO POSITIVO NO FATURAMENTO.
O princípio de Pareto afirma que 80% dos resultados vêm de 20% do esforço. Em outras palavras, uma parte pequena das causas tem um efeito desproporcionalmente grande. Deve cuidar para que cada vez mais produtos sejam responsáveis por 80% do faturamento, ou seja, deve ampliar a base de sustentação do faturamento, pois, se o inverso acontecer, sua loja ficará muito vulnerável por uma simples falta de produto ou matéria prima no mercado.
Fluxo de caixa é outra importante ferramenta de gestão, pois vai projetar faturamento previsto, despesas previstas e CMV, permitindo prever o resultado diário de caixa.
Uma grande causadora de queda no faturamento é a Ruptura. Ruptura nada mais é do que o famoso “tem mas acabou”. Ruptura na Curva A é fatal para queda de faturamento. A solução é engajar a equipe de loja a observar atentamente os produtos da curva A para que não faltem, estejam bem-posicionados e com boa comunicação. Além disso, usar diariamente o pedido de compra (lince) automatizado, para comprar no prazo e quantidade correta, reduzindo espaço de armazenamento e folgando o fluxo de caixa.
Claro não podemos deixar de olhar as Despesas, fixas e variáveis. As fixas, como a própria denominação, existem independente do faturamento, por exemplo aluguel e folha de pagamento, mas podem sim, sempre ser revistas e ajustadas. As despesas variáveis devem acompanhar a variação de faturamento, como Energia e Água, e devem ser analisadas regularmente, afinal, para os serviços commodities vale a busca pelo menor custo. Cuidado para não apagar parte da iluminação da loja para economizar energia e prejudicar a apresentação dos seus produtos reduzindo o faturamento, entendeu? Ataque as despesas que não geram faturamento e preserve da melhor forma as despesas que gera, faturamento. Um bom indicador é o percentual de despesas em relação a Margem de Contribuição e também o resultado operacionalem relação a margem de contribuição.
A propósito, você sabe calcular a margem de contribuição?
Outros KPIs são importantes no varejo de alimentos, como o percentual de faturamento de produtos de revenda em comparação com os produtos de fabricação própria.
E claro tudo bem montado no DRE:
Então vamos rever os KPIs:
Clientes Dia
Ticket Médio
Faturamento Total
Faturamento PP x Revenda
CMV
CURVA ABC
Fluxo de caixa
Ruptura
Despesas, fixas e variáveis
Tudo bem-organizado no seu DRE
Existem outros KPIs importantes, como Faturamento por colaborador e por m2. Perdas. (Ommini) Volume de produção por colaborador, produtividade, qualidade. Em mundo tão digital podemos eleger alguns KPIs, como: Número de seguidores nas redes, acessos ao e-commerce, taxa de conversão, ROI, CAC, LTV, NPS, entre outros.
Minha sugestão:
Eleja 03 KPIs. Estabeleça metas. Acompanhe e aprenda a como interferir positivamente. Depois de estabilizar, passe aos próximos 03. Envolva toda sua equipe nessa tarefa e premie sempre que a meta for alcançada.
Agora vou falar do DRE. O DRE é um retrato sintético de alguns KPIs, serve para saber se estamos no caminho certo e se não estiver, melhor fazer uma análise detalhada de cada conta ou grupo.Veja na imagem acima como analiso o DRE!
1 – Faturamento: Indicador de performance para regime tributário e pode ser comparado com a média do mercado. Divido em Faturamento Revenda e Produção. Para uma padaria a meta deve ser alcançar pelo menos 60% em produção própria, mas claro isso vai depender do perfil do seu cliente e consequentemente do seu mix. Tenho clientes padarias que estão em bairro essencialmente comercial e outros que ocupam espaço de supermercados.
2 – CMV: O principal indicador, aqui também divido em produção e revenda e os índices vão variar de acordo com o mix de produtos e perfil do cliente. Bons indicadores de CMV são em torno de 20% para produção e 50% para revenda.
3 – Margem de contribuição, ou lucro bruto ou como queira denominar. Fato é que é o resultado do faturamento menos os custos. Aqui cabe uma discussão, tributos estarão antes do cálculo da margem de contribuição ou depois? Lembre-se que estamos falando de varejo de alimentos, não é uma indústria, simplesmente.
4 – Despesas, é igual unha, tem que cortar sempre, mas cuidado para não cortar despesa que vai prejudicar o faturamento da loja. Outra discussão é o que são despesas variáveis e fixas, eu parto do princípio que despesa que varia com o faturamento é variável, a que não varia, é fixa.
5 – Tributos: Aqui fica claro o quanto pagamos de tributos (impostos) em relação ao faturamento. Se está no simples faturando acima de 250mil, cuidado, está na hora de fazer um planejamento tributário
6 – Resultado operacional: Aqui analisamos se o negócio é viável, deixo de fora investimentos, despesas bancárias (exceto taxas de manutenção) e participação de lucros.
O salário dos sócios pode estar dentro de despesas, são salários dos sócios trabalhadores. Despesas são até 60% da Margem de Contribuição. Resultado Operacional é até 40% da Margem de Contribuição. 13º salário + Férias devem ser depositados mensalmente.
Precisa identificar e corrigir seu KPIs? Me chama aqui que posso te ajudar! E me segue lá nas redes para receber informações importantes como essa e muitas outras que podem ajudar na melhoria dos resultados da sua empresa.
A Páscoa é uma época de grandes oportunidades de vendas, especialmente no setor varejista. Sabemos que as datas comemorativas são muito importantes, e esse raciocínio é válido para empresas dos mais diferentes portes de mercado. No entanto, para os empresários, esse período pode ser repleto de desafios. O aumento nas vendas, a necessidade de eficiência operacional e a busca pela excelência no atendimento ao cliente podem gerar uma série de dores de cabeça.
Às vésperas da Páscoa 2024, ainda temos uma notícia: os preços dos chocolates estão mais altos do que nunca! Segundo a Itatiaia, em Belo Horizonte, as barras de chocolate variam até 116%. Apesar do aumento nos preços, a quantidade de chocolate diminuiu. Por exemplo, uma barra de chocolate Garoto de 80g (que costumava ser 90g) pode custar de R$ 3,65 a R$ 7,89. E não é apenas o chocolate que está enfrentando desafios. A indústria do cacau também está em crise, com a oferta cada vez menor e os preços subindo rapidamente. Mas apesar desses obstáculos, a procura por doces continua crescendo. Por isso, as associações de classe e as gigantes do setor projetam um aumento nas vendas e nos lucros de ovos de Páscoa.
Esses números evidenciam a importância de você preparar seu negócio para a Páscoa. É crucial estar ciente das melhores práticas para aproveitar ao máximo essa data comemorativa. À medida que nos aproximamos da data, os empresários podem sentir a pressão aumentar. No entanto, com algumas estratégias inteligentes é possível aliviar esse estresse e garantir que a Páscoa seja um sucesso para o seu negócio. A seguir, vamos compartilhar algumas dicas valiosas para ajudá-lo a enfrentar a reta final da Páscoa com mais confiança e tranquilidade!
Organização
Quando se trata da temporada de Páscoa, a organização é a chave. É essencial que sua padaria, loja ou restaurante esteja bem preparado para lidar com o aumento da demanda e proporcionar uma experiência excepcional aos clientes. Comece organizando o seu espaço de trabalho e garantindo que tudo esteja em ordem para o grande dia. Isso inclui verificar se você tem todos os suprimentos necessários, organizar o estoque e preparar o ambiente da loja para receber os clientes. Certifique-se de que você tem uma quantidade suficiente de ingredientes e produtos, organize o layout da sua padaria ou restaurante de forma estratégica para destacar os produtos de Páscoa e otimize os processos operacionais da sua padaria ou restaurante para garantir eficiência e agilidade durante o período.
Defina Prioridades Claras
Com tantas tarefas para lidar, é importante definir prioridades claras e focar no que é mais importante. Faça uma lista das atividades que precisam ser concluídas e concentre-se nas que são essenciais para o sucesso da sua operação durante a Páscoa. Comece identificando as atividades que são essenciais para o sucesso da sua operação. Depois, defina metas claras e alcançáveis para o período. Isso pode incluir metas de vendas, metas de atendimento ao cliente, metas de produtividade da equipe, entre outras.
Ao definir prioridades claras, é importante manter o foco e a disciplina para garantir que as tarefas sejam concluídas de forma eficiente e dentro do prazo. Evite se distrair com tarefas secundárias ou menos importantes e concentre seus esforços nas atividades que realmente fazem a diferença para o sucesso do seu negócio.
Não Se Esqueça do Atendimento ao Cliente
Conforme uma pesquisa realizada pela PWC, 86% dos consumidores brasileiros estão dispostos a pagar mais por uma ótima experiência do cliente. Por mais ocupado que esteja, não negligencie o atendimento. Certifique-se de que sua equipe esteja bem treinada e pronta para oferecer um serviço excepcional aos clientes, mesmo nos momentos de maior movimento. Além disso, incentive a comunicação aberta e a resolução rápida de problemas para garantir uma experiência positiva para todos os clientes que visitam sua loja durante esse período movimentado. Lembre-se de que um bom atendimento pode fazer toda a diferença na experiência de compra do cliente e influenciar sua decisão de retornar à sua loja no futuro, bem como ajudar a construir relacionamentos sólidos com os clientes e incentivá-los a retornar à sua loja. Dessa forma você se destaca como uma empresa que se preocupa com o bem-estar e a satisfação dos seus clientes.
Utilize a Tecnologia a Seu Favor
A tecnologia desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer negócio durante a temporada de Páscoa. Ao aproveitar ao máximo as soluções tecnológicas disponíveis, os empresários podem otimizar suas operações, aumentar a eficiência e oferecer uma experiência excepcional aos clientes.
Utilize um sistema de gestão, como o nosso ERP Lince por exemplo, para acompanhar o estoque de cada item e prever as necessidades futuras. Automatize processos operacionais, como registro de vendas, processamento de pedidos e gerenciamento de entregas, para aumentar a eficiência e reduzir erros humanos. Isso ajudará a evitar a escassez de produtos, garantir que você tenha os itens certos disponíveis para seus clientes e garantir uma operação suave e sem problemas.
Facilite a compra dos clientes oferecendo serviços de delivery e controle de encomendas para os produtos de Páscoa. E não esqueça de contar com um sistema completo para gerenciar tudo com tranquilidade, como o Ommini Delivery! O Ommini Delivery pode ajudá-lo a garantir a satisfação dos clientes, mesmo nos momentos de maior movimento. Utilize ferramentas de análise de dados, como o Ommini BI, para monitorar o desempenho das vendas, identificar padrões de compra dos clientes e fazer previsões de vendas. Isso ajudará a tomar decisões informadas sobre estratégias de precificação, promoções e gerenciamento de estoque. Agilize o atendimento durante o período de Páscoa com o Mini PDV e organize o layout da sua padaria de forma estratégica para destacar os produtos. Além disso, conte com a automação e use equipamentos que ocupam menos espaço na sua loja, como totem de autoatendimento e POS, por exemplo.
À medida que nos aproximamos da Páscoa, lojistas e vendedores enfrentam um mercado em constante evolução, onde as tradições se misturam com as inovações. Com essas dicas você estará preparado para enfrentar a reta final da Páscoa com confiança e garantir o sucesso do seu negócio. E com as soluções da Tecnoweb, os empresários do varejo podem obter resultados ainda melhores nesta temporada. Nossas soluções estão aqui para ajudá-lo a oferecer uma experiência excepcional aos seus clientes e impulsionar o sucesso do seu negócio durante a Páscoa e além. Que esta seja uma temporada de vendas extraordinárias e experiências memoráveis para os seus clientes!
Outro dia fui até uma loja de bolos em Brasília, @bolosdoflavio, me deparei com a placa abaixo exposta no checkout:
“ XÔ CARA FEIA”
Uma mensagem clara de como a equipe de atendimento está orientada a se comportar, e isso vale um texto só para falar sobre formação de time, mas aqui quero reforçar o significado de CULTURA EMPRESARIAL. Trago aqui o texto sobre CULTURA EMPRESARIAL, que escrevi há alguns anos no meu livro, e já deixo a pergunta: Qual a CULTURA da sua empresa?
Até agora tratamos de fundamentos que podem transformar a sua empresa em uma empresa de sucesso. Sucesso baseado em valores que acreditamos e é exatamente a somas desses valores que juntos transformam-se na cultura da empresa.
A cultura é o resultado de tudo que a empresa faz, todas suas ações diante dos clientes internos e externos, todas as mensagens que envia ao mercado, os resultados positivos e negativos que produz.
Quando se constitui uma pequena empresa brasileira, na maior parte das vezes a sociedade é constituída por amigos ou familiares, pessoas que têm o mesmo objetivo em ter o próprio negócio, que se julgam capazes de gerir suas próprias empresas, pela necessidade ou pela falta de oportunidade. O fato é que na grande maioria das vezes nunca é feita a pergunta se os sócios se completam, se as habilidades de um são complementares às habilidades de outro, este deveria ser o princípio básico de uma sociedade. Quando isso não ocorre, e como disse é quase uma regra, é necessário que tragamos para a sociedade profissionais que tenham habilidades que os sócios não tenham, dessa forma a sociedade evolui. Essa também é uma característica do empreendedor brasileiro.
E quanto aos valores? As habilidades profissionais são fundamentais para o sucesso de uma empresa, mas não menos importantes são os valores inseridos nessa empresa. Esses valores inicialmente vêm com os seus primeiros funcionários, os sócios. Esses valores é que se transformarão na cultura da empresa. No mundo corporativo muitas vezes nos deparamos com ações que infringem nossos valores, nesta hora muito cuidado, é importante entender que você não está lidando com seus amigos ou familiares, a relação é entre profissionais e entre empresas, algumas atitudes são aceitas e até esperadas.
Se você estiver vendendo um carro para um familiar é natural que além de deixar claro todas as características ou defeitos do carro, tente facilitar a negociação. Mas se a negociação é feita com um cliente, você não deve deixar de obter o lucro que sua empresa precisa com o negócio, deverá usar de estratégias comerciais, boa argumentação e nem por isso deixará de ser honesto na apresentação do veículo. A cultura da sua empresa inicialmente vai refletir as atitudes que seus gestores tiverem diante das ocorrências do dia a dia, no tratamento com os clientes e fornecedores, no cumprimento dos acordos e combinados, nas exceções que permitirem, na forma de se expor e nas mensagens que enviaram ao mercado.
No primeiro momento, pode ser que o “dono” tenha uma forma de lidar e os funcionários outra, apesar de normal, está errado, a identidade da empresa será dividida, mesmo que os funcionários tentem replicar a forma como o “dono” faz. Esse é o momento para definir quais são os valores da empresa, definir sua missão e suas políticas e então formar a cultura da empresa que será a marca da empresa para o mercado. O pior que pode ocorrer é não ter uma cultura definida, o melhor é ter a cultura definida em valores que sejam muito respeitados na sociedade que a empresa esteja inserida.
Pense nas empresas que você conhece e tem hábito de transacionar, cada uma delas lhe parecerá de uma forma diferente, refletem a cultura inserida em cada uma, ou pior, a total falta de cultura. No primeiro caso você até pode discordar, mas sabe exatamente como a empresa trata seus negócios. No segundo caso vai depender do humor de quem lhe atender. A Toyota é um grande exemplo de cultura empresarial, talvez porque desde o início preservou os valores da cultura japonesa, tornando-a a maior fabricante de veículos no mundo. Um bom exemplo está na sua linha de produção, quando dá a qualquer operário o poder de interromper a linha de produção caso detectem algum problema em peças ou equipamentos, é a cultura da confiança, da parceria e da qualidade. Ao ouvir isso, o cliente interno se convence de que os produtos que produz são de altíssima qualidade e esta mensagem é
transmitida ao cliente externo até que se torne a marca da empresa, sustentada pela cultura da empresa e baseada em valores sólidos.
Nesse momento observe a sua empresa sem deixar se envolver por qualquer emoção, analise criticamente quais são os valores da sua empresa; se não consegue definir, cuidado, certamente está pisando em um campo minado; se definiu e gostou, olhe seus últimos resultados, se são positivos, então basta fortalecer todos os valores com sua equipe, cada vez mais; se definiu e não gostou, comece a mudança, defina junto a sua equipe quais são os valores fundamentais, justifique-os, encontre na equipe aqueles que discordam e convença-os ou exclua-os, agarre-se em exemplos práticos e faça-os valer a qualquer custo.7
Prática: comece relacionando cada funcionário de sua equipe, a cada um distribua um questionário onde um funcionário possa avaliar e descrever as características de outros três funcionários, junto solicite que descreva também as maiores qualidades e maiores defeitos da empresa. A partir daí, terá um panorama de como sua empresa é vista por seus clientes internos e quais as características de cada funcionário. O mesmo pode ser feito também com seus clientes externos. O próximo passo é definir, junto com sua equipe gerencial e direção, quais são os valores fundamentais da empresa, o resultado será o primeiro esboço da missão da empresa e precisa estar vinculado ao objetivo máximo da empresa, em seguida como fazer para alcançar e manter esses valores, que se traduz nas políticas da empresa. Após tudo definido, analise cada produto ou serviço e identifique se contém os valores
elencados. Por último, identifique nos membros da equipe aqueles que não têm a capacidade de manter os valores, demita-os, os demais, trabalhe para que façam valer os valores fundamentais da empresa. O objetivo é fazer com que tudo gire em torno dos valores escolhidos, será necessário levar essa nova informação a toda equipe. Use cartazes, crie slogans, demonstre enfaticamente que a empresa está baseada nos seus valores, acompanhe de perto as equipes que participam dos processos de venda, pós-venda, manutenção ou produção, até que tenha certeza absoluta que qualquer novo membro possa exercer essa máxima automaticamente a partir do primeiro dia de trabalho.
A mudança de cultura de uma empresa não se dá de uma hora para outra, seguirá uma curva de aprendizado que pode levar até cinco anos para se estabelecer. Se quiser um exemplar do meu livro, acesse o link pelo QRCODE abaixo:
EXPLORE ESTRATÉGIAS FUNDAMENTAIS PARA TRANSFORMAR DESAFIOS EM OPORTUNIDADES E FORTALECER A SUA EMPRESA
Na competitiva arena dos negócios, o sucesso depende da atenção constante aos detalhes e da capacidade de evitar armadilhas que podem levar ao fracasso. Toda vez que cometemos erros, colocamos o nosso negócio em risco. No setor de alimentos, então, cada empresário enfrenta desafios únicos. Se você atua nesse ramo, certamente compreende a complexidade de gerenciar não apenas os pratos, mas também os bastidores que mantêm sua padaria ou cozinha funcionando. Imagine lidar diariamente com despesas, a necessidade de equilibrar estoques, a pressão de manter uma equipe motivada, garantir o cumprimento de tributos sem sobrecarregar as finanças e, claro, proporcionar uma experiência única aos clientes…
No entanto, a Tecnoweb compreende essas dores e está aqui para transformar desafios em oportunidades. Acompanhe-nos nesta jornada para desvendar 10 passos cruciais que podem conduzir uma empresa ao precipício e, mais importante, como evitá-los para aprimorar a gestão do seu negócio. Além disso, revelaremos dois passos surpresa que frequentemente são os vilões por trás de muitas quedas empresariais.Descubra quais são e como manter sua empresa sempre saudável.
Vamos superar juntos esses desafios e conduzir seu negócio a um novo patamar de sucesso:
1 e 2 – Não Acompanhar o Ticket Médio E Clientes/Dia:
Se você não acompanha esses dois indicadores, está perdendo oportunidades de receita, de maximizar as vendas e desconhecimento do desempenho geral, resultando em risco financeiro e eventual falência.Ticket Médio x Clientes dia são KPIs que precisamos acompanhar diariamente. A falta de acompanhamento do ticket médio pode levar a estratégias de precificação ineficientes. E entender quantos clientes visitam sua loja diariamente é crucial para avaliar o desempenho e a eficácia das suas estratégias de marketing e atendimento.
A solução para evitar esse precipício é simples: além de acompanhar de perto, é fundamental criar um plano estratégico para o aumento do Ticket Médio, envolvendo toda a equipe no processo. Analise estrategicamente os dados para ajustes, aprimore o atendimento ao cliente e esteja aberto à adaptação contínua baseada em dados concretos. Com um engajamento sólido, sua empresa estará pronta para elevar o desempenho financeiro e alcançar novos patamares de sucesso.
3 – Não Acompanhar o CMV (Custo de Mercadoria Vendida):
A ignorância e falta de conhecimento sobre o CMV pode levar a margens de lucro inadequadas e desequilíbrio financeiro. O CMV é diretamente relacionado aos lucros, representando o custo real de produção ou aquisição das mercadorias vendidas. Se esse custo não for monitorado de perto, os lucros podem ser erodidos gradualmente, comprometendo a saúde financeira do negócio. A falta de acompanhamento do CMV pode resultar em estratégias de precificação inadequadas, sua empresa pode operar no escuro, sem informações essenciais para ajustar estratégias, sem identificar oportunidades de redução de custos ou otimizar processos.Se os preços de venda não cobrirem adequadamente os custos de produção, sua empresa pode enfrentar prejuízos significativos.
Mantenha um acompanhamento rigoroso do CMV, monitorando regularmente os custos associados à produção ou aquisição de mercadorias. Analise regularmente as margens de lucro e faça ajustes conforme necessário, busque constantemente negociações vantajosas com fornecedores e não se esqueça do treinamento e conscientização da equipe. Quando houver queda no faturamento e rentabilidade, uma solução para esse problema, seria a criação de metas de CMV e criação de novos canais de venda. Com o CMV alto, já é necessário criar estratégias para a redução, como as ações de marketing.
4 – Não Acompanhar Venda por Metro Quadrado:
A eficiência no uso do espaço é vital para qualquer negócio físico e a venda por metro quadrado é um ótimo KPI para perseguir e usar como meta para a equipe. Não monitorar o KPI Venda por Metro Quadrado pode resultar na subutilização do espaço comercial. Isso significa que áreas valiosas podem não estar gerando a receita máxima possível, levando a uma distribuição ineficiente dos produtos ou serviços. Além disso, a falta de acompanhamento desse KPI pode levar a estratégias de precificação ineficientes. Se o preço de venda não estiver alinhado com a área de venda, sua empresa pode enfrentar margens de lucro prejudicadas. Não ter informações sobre o desempenho por metro quadrado também pode resultar em decisões operacionais inadequadas, falta de ajustes estratégicos e, eventualmente, em insustentabilidade financeira.
Por isso, a solução para esse problema é mudar o layout da loja e exposição dos produtos, aproveitar melhor o espaço, investir em equipamentos tecnológicos como totens de autoatendimento que ocupam menos espaço, fazer ajustes na precificação e inserir estratégias de marketing e visual merchandising podem ajudar. Além disso, mantenha uma abordagem proativa e treine a equipe para garantir uma distribuição rentável dos produtos.
5 – Ignorar o KPI Venda por Colaborador:
Cada membro da equipe é valioso. Não rastrear o desempenho individual pode resultar em lacunas no treinamento, incentivos inadequados e falta de reconhecimento. Ignorar o KPI Venda por Colaborador pode levar a desconhecimento do desempenho individual, falta de incentivo e motivação, e tomada de decisões sem base em dados, colocando a empresa em risco financeiro. A venda por colaborador é um bom KPI para perseguir e usar como provocador da equipe. Então, promover o desempenho individual através do acompanhamento do KPI Venda por Colaborador é essencial para evitar riscos financeiros e manter uma empresa produtiva e sustentável.
A solução para o problema seria o aumento da produtividade e a capacitação da equipe, acompanhamento regular do KPI para entender o desempenho individual, fornecimento de feedback construtivo, incentivos para manter a motivação, estabelecimento de metas específicas e reconhecimento dos colaboradores que as alcançam e identificação de áreas de melhoria, além de treinamento adicional quando necessário.
6- Não gerenciar Despesa Fixa e Variável:
Compreender e gerenciar despesas é fundamental, o gerenciamento da despesa fixa e variável deve ser como um mantra. Ignorar despesas fixas e variáveis pode resultar em orçamentos descontrolados, margens apertadase descontrole financeiro. A ausência de análise das despesas impede a formulação de um planejamento estratégico eficaz. Isso pode levar a decisões operacionais equivocadas e à incapacidade de se adaptar às mudanças econômicas e de mercado. E além disso, a falta de conhecimento dificulta a identificação de áreas para ajustes. Isso significa que a empresa pode ficar presa a custos desnecessários, levando a uma gestão ineficiente dos recursos.
Mas deve-se tomar cuidado para que não haja cortes exagerados. A solução para isso é identificar o que gera venda e cortar o que apenas gera custo. Faça análises regulares das despesas para entender onde o dinheiro está sendo alocado. Defina metas claras para despesas com base nas análises, estabeleça orçamentos realistas e monitore o cumprimento dessas metas ao longo do tempo. Esteja atento às oportunidades de negociação com fornecedores para reduzir despesas. Mantenha a flexibilidade para ajustes conforme necessário, e isso pode incluir cortes em despesas variáveis ou a realocação de recursos para áreas mais estratégicas. E a última dica é: desenvolva planos de contingência para enfrentar imprevistos financeiros, pois ter reservas para lidar com situações adversas pode evitar impactos severos na saúde financeira da empresa.
7- Delegar decisões sobre tributos:
Problemas fiscais podem paralisar um negócio. Impostos sempre serão uma das maiores despesas. Não entender os impostos aplicáveis e não preparar adequadamente a documentação pode resultar em problemas legais e financeiros. Delegar decisões sobre tributos sem compreender as leis fiscais pode resultar em escolhas inadequadas. A falta de conhecimento pode levar a erros na classificação, pagamento incorreto de impostos e, eventualmente, penalidades financeiras. Uma delegação inadequada pode resultar na não identificação e aproveitamento de benefícios fiscais legítimos. A empresa pode perder oportunidades de reduzir a carga tributária, levando a um aumento desnecessário nos custos operacionais. Além disso, a falta de conformidade fiscal pode levar a multas significativas, prejudicando a saúde financeira da empresa.
O segredo é manter-se no jogo reduzindo a carga tributária, e a solução para isso é o conhecimento. Esteja devidamente capacitado e atualizado quanto às leis fiscais. Isso inclui participar de treinamentos e manter-se informado sobre mudanças na legislação. Priorize o conhecimento interno, escolha parceiros especializados e acompanhe de perto as decisões e orientações fornecidas pelos especialistas.Realize revisões periódicas das estratégias tributárias adotadas. Garanta que a empresa esteja aproveitando todos os benefícios fiscais disponíveis e esteja em conformidade com as regulamentações vigentes. Realize auditorias internas para identificar possíveis áreas de risco fiscal, permitindo correções proativas antes que surjam problemas com as autoridades.
8- Errar na Compra e Venda:
Manter um equilíbrio saudável entre compra e venda é crucial. Ignorar essa relação pode levar a excesso de estoque, falta de produtos ou margens prejudicadas.Tomar decisões equivocadas nas operações de compra e venda também pode resultar em prejuízos financeiros significativos. Compras excessivas, vendas inadequadas ou falhas na negociação de preços podem impactar diretamente a rentabilidade do negócio. Isso impacta diretamente no CMV, estoque, capital de giro e fluxo de caixa. Esses erros podem levar a um excesso de estoque, resultando em custos de armazenamento e obsolescência. Por outro lado, compras insuficientes podem resultar em falta de produtos, perdendo oportunidades de venda e a insatisfação dos clientes. Decisões equivocadas nas transações comerciais podem prejudicar as relações com fornecedores e clientes. Atrasos, erros nas entregas ou falhas na qualidade dos produtos podem afetar a reputação da empresa e levar à perda de clientes.
A solução para isso é o pedido de compra automatizado. Além disso, realize análises consistentes da demanda e tendências de mercado para embasar as decisões de compra. Compreenda as preferências dos clientes e ajuste os estoques de acordo. Implemente sistemas eficazes de gestão de estoque para evitar excessos ou falta de produtos. Mantenha um equilíbrio adequado, considerando a sazonalidade e as mudanças nas demandas do mercado. Busque descontos com fornecedores, prazos de pagamento favoráveis e flexibilidade para ajustes de acordo com as necessidades do seu negócio. Estabeleça métricas para monitorar o desempenho das operações, esteja aberto ao feedback dos clientes e capacite a equipe responsável pelas decisões comerciais.
9- Curva ABC:
A Curva ABC ajuda a classificar os produtos em categorias com base em sua importância para o negócio. Ignorar essa classificação pode levar a uma má gestão de estoque, onde itens mais importantes não recebem a devida atenção, resultando em escassez ou excesso de produtos. Produtos considerados menos importantes, podem acabar recebendo recursos desproporcionais, como espaço de armazenamento, investimento em marketing ou esforços de venda. Isso leva a um desperdício de esforços que poderiam ser direcionados a produtos mais estratégicos. Ignorar a curva ABC pode resultar em alocação inadequada de recursos e foco em áreas menos lucrativas, falta de foco nas vendas dos produtos mais lucrativos. A empresa pode perder oportunidades de maximizar a receita ao não concentrar esforços nos itens mais estratégicos.
A curva ABC deve refletir a regra de pareto para dar sustentação ao faturamento da loja e definir mix de produtos. A solução para isso é ter estratégias para redução de mix de produtos e manutenção da regra de pareto 80×20. Realize análises regulares para classificar os produtos com base em sua importância. Concentre recursos, como espaço de armazenamento, marketing e força de vendas, nos produtos das categorias A e B. Isso otimiza o retorno sobre o investimento e evita desperdícios. Utilize a Curva ABC como base para previsão de demanda. Isso facilita o planejamento de estoque, compras e estratégias de marketing, garantindo uma resposta mais eficaz às necessidades do mercado. Esteja preparado para ajustar as classificações conforme o mercado evolui.E uma última dica, utilize sistemas de gestão integrados que facilitem a análise e a tomada de decisões, proporcionando maior eficiência nas operações comerciais.
10- Não Ter Interesse Genuíno em Pessoas:
O IGP (Interesse Genuíno em Pessoas) é um termo cunhado pelo expert Edmour Saiani. Os clientes e a equipe são a espinha dorsal de qualquer negócio. Não se preocupar genuinamente com essas partes interessadas pode levar a uma reputação prejudicada e rotatividade de funcionários.Não ter interesse genuíno em pessoas pode levar a falhas no atendimento ao cliente, desmotivação da equipe, uma reputação negativa e falta de adaptação às mudanças do mercado. Ao cultivar uma cultura de empatia, interesse e aprendizado contínuo, a empresa pode evitar esses riscos e promover o sucesso a longo prazo.
Como,então, cultivar um interesse genuíno em pessoas? Proporcione treinamento em atendimento ao cliente e crie uma cultura de engajamento. Valorize o feedback contínuo, mantenha-se atualizado sobre as mudanças no mercado e tendências, incentive relacionamentos duradouros e invista no desenvolvimento pessoal da equipe.
O que você achou destes 10 passos? Faz sentido para você?
Para melhoria de todos esses passos, mantenha um acompanhamento rigoroso dos KPIs. Evite a falência mantendo uma vigilância constante sobre esses indicadores-chave, ajustando estratégias conforme necessário e promovendo um crescimento sustentável. A ação proativa e tomada de decisão rápida com base em dados é a chave para o sucesso duradouro. Utilize sistemas e ferramentas eficazes para automatizar esse processo e garantir precisão nos dados.
Então vamos para mais dois passos surpresa que preparamos para você:
Falta de Planejamento e Falta de Inovação:
A falta de inovação pode resultar em produtos ou serviços desatualizados, tornando a empresa menos competitiva no mercado. Isso pode levar à perda de clientes para concorrentes. A falta de inovação na automação e otimização de tarefas pode resultar em custos desnecessários, reduzindo a lucratividade. A incapacidade de se adaptar pode levar a sérios desafios financeiros e estagnação do negócio frente a um mercado em constante evolução. Além disso, produtos ou serviços obsoletos podem não atender mais às necessidades dos clientes, levando à perda de mercado e, eventualmente, à falência.
E a ausência de um plano estratégico pode levar a processos internos ineficientes. A falta de planejamento pode resultar em uma empresa despreparada para enfrentar mudanças no ambiente de negócios, como alterações na regulamentação ou flutuações econômicas. A falta de planejamento também pode resultar em decisões impulsivas e falta de direção, afinal, para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve.
A solução para isso é aprender técnicas de planejamento. Desenvolva um planejamento estratégico flexível e esteja disposto a ajustar estratégias conforme necessário. E quanto a falta de inovação, comece resolvendo um problema do seu cliente de forma simples, realize pesquisas de mercado para entender as necessidades dos clientes. Além disso, incentive uma cultura de inovação dentro da empresa, acompanhe as tendências do mercado e adote tecnologias relevantes.
Você sabe o que é BI?
Business Intelligence (BI) também conhecida como inteligência empresarial diz respeito a coleta, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que são gravadas em um banco de dados para que posteriormente sejam utilizadas na otimização de estratégias. É um conjunto de processos sustentados pela tecnologia para analisar dados e apresentar um panorama de informações do negócio. O Business Intelligence (BI) oferece insights valiosos que ajudam as empresas a tomar decisões informadas e estratégicas. Adotar sistemas de BI avançados permite monitorar dados em tempo real, identificar tendências emergentes e otimizar o desempenho operacional.
E você? Já utiliza essa ferramenta?
O Ommini BI é a resposta para esses desafios. Oferecendo insights em tempo real sobre vendas, despesas, desempenho individual e muito mais, o Ommini permite uma gestão eficiente. Com ele você tem o poder de tomar decisões informadas, evitando os passos que levam ao fracasso. O Ommini BI, é um sistema desenvolvido pela Tecnoweb que oferece dados e informações mais completas sobre o seu negócio. Dessa forma, permite que você, gestor, possa tomar decisões mais assertivas. Cada detalhe foi pensado para otimizar ainda mais a sua análise diária, potencializando o seu rendimento como empresário, proporcionando benefícios reais à saúde empresarial.
Sabemos que gerenciar um negócio na indústria alimentícia é um verdadeiro banquete de desafios, mas a Tecnoweb mostra como transformar esses desafios em oportunidades. A coleta, análise e monitoramento de informações capacitam você a tomar decisões informadas, mantendo sua empresa na trilha do sucesso. Em resumo, otimizar a gestão empresarial requer um compromisso contínuo com a excelência, a adoção de práticas recomendadas e a utilização de ferramentas tecnológicas avançadas. Ao seguir estes passos, as empresas podem melhorar sua eficiência operacional, maximizar sua rentabilidade e garantir um futuro próspero e sustentável.
Não deixe que os desafios afetem o sabor do seu negócio. Com a Tecnoweb, você não apenas supera obstáculos, mas também cria um futuro mais próspero. Estamos aqui para apoiar sua jornada, proporcionando uma gestão eficiente e estratégica.
Descubra como simplificar o processo de inventário e ter um controle eficiente na sua loja de varejo
Você sabe exatamente quais são as falhas que atrapalham a gestão do seu estoque?
Para manter uma loja de varejo funcionando de maneira eficiente, é fundamental fazer um balanço periódico. Os lojistas devem fazê-lo para garantir a eficiência e a rentabilidade do negócio. O inventário permite que o gestor tenha uma visão clara da quantidade e da condição dos produtos em estoque, evitando perdas por vencimento, rupturas ou extravios e ajudando a identificar as necessidades de compra ou de reposição. A administração correta do seu estoque fará você perceber o que precisa e o que não precisa. Além disso, o controle eficiente possibilita um melhor atendimento aos clientes, com a disponibilidade de produtos, melhor negociação com fornecedores e a otimização dos processos internos da loja, aumentando a produtividade e reduzindo custos.
Mas para muitos gestores, essa tarefa pode se tornar um verdadeiro pesadelo. Esse é o seu caso? Fazer o inventário de estoque exige tempo, dedicação e um bom planejamento, o que pode ser uma grande dificuldade, principalmente em empresas que possuem grande quantidade de produtos. Por outro lado, não fazer o inventário é uma escolha ainda pior. Sem essa prática, é fácil perder o controle dos produtos, enfrentar prejuízos e até mesmo perder vendas importantes. Sem o balanço de estoque, a gestão do negócio pode ser comprometida, levando a perdas financeiras, prejuízos na imagem da empresa e perda de vendas importantes.
A dificuldade em fazer o inventário do lojista pode estar relacionada a diversos fatores, como a falta de tempo, a complexidade do processo, o volume de produtos e a falta de recursos tecnológicos adequados. Muitos gestores ainda fazem o inventário manualmente, o que torna o processo ainda mais demorado e suscetível a erros. Além disso, a falta de um controle eficiente do estoque pode resultar em problemas financeiros, como perda de produtos por vencimento, extravios ou furtos. E, em muitos casos, os gestores só percebem que estão com problemas quando as vendas começam a cair.
Para combater esses problemas, além de uma boa organização, um ERP é a ferramenta mais precisa e eficaz para realizar a gestão! Planilhas não são precisas para registrar o que entrou e o que saiu, só um ERP (Sistema de Gestão Empresarial) pode proporcionar uma gestão de estoque assertiva e evitar problemas como a falta de logística. O sistema busca a qualidade e a velocidade das informações geradas, a fim de otimizar os processos. Ter um ERP é essencial para integrar os setores e prover todo suporte necessário. E vale ressaltar que ferramentas de suporte de contagem também são muito válidas para ter segurança e agilidade, como um coletor de dados.
Para ajudar os gestores a terem um controle eficiente do estoque, a Tecnoweb oferece o sistema Lince e o app Colét. Com o Lince é possível integrar todas as informações estratégicas do seu negócio em uma só ferramenta, facilitando o acesso dos gestores aos dados e permitindo que eles tomem decisões mais assertivas em menos tempo. Com ele é possível fazer o cadastro de produtos, a entrada de mercadorias, o inventário, o controle de vencimento dos produtos, a devolução de mercadorias, gestão de múltiplos estoques e muito mais. Já o Colét é um aplicativo de automação que possibilita à empresas um rápido e fácil controle do mix de produtos e é integrado ao sistema Lince. Através de um dispositivo próprio com leitor (QR Code ou Código de Barras) com sistema android ou um smartphone é possível coletar os dados para uma melhor gestão do inventário, conferência de produtos, a posição e transferência do estoque, o lançamento de perdas e trocas internas e consulta de produtos. Com essas soluções, os gestores podem ter acesso a informações precisas e atualizadas sobre o estoque de sua empresa, além de realizar o inventário de forma simples e confiável.
Com a Tecnoweb, você terá um controle eficiente do estoque da sua loja, garantindo o sucesso do seu negócio. Não perca mais tempo e dinheiro com erros, planilhas complexas e inventários manuais, experimente agora mesmo as nossas soluções e simplifique a gestão do seu estoque!
Conheça as novidades que vão fazer sua loja se destacar nessa data especial
A Páscoa está chegando e, como sempre, é hora de se preparar para as tendências do varejo de alimentos nesta época. A Páscoa é uma das datas mais importantes do calendário de vendas. É o momento em que as pessoas se reúnem em família e celebram a data com muita comida e chocolate. Para o setor, essa é uma grande oportunidade para oferecer produtos e serviços que atendam às necessidades dos consumidores e gerem resultados positivos para os negócios.
Com as novidades a todo vapor, nós preparamos uma lista com algumas das tendências para Páscoa 2023. São diversas possibilidades para você analisar o que é melhor para o seu negócio, seja ele confeitaria, padaria, supermercado ou restaurante, e escolher as melhores opções para garantir ainda mais lucros. Neste ano, as tendências apontam para a busca por pequenas porções, opções saudáveis e orgânicas, qualidade gourmet e artesanal e conveniência. Confira, ainda dá tempo de colocar em prática e lucrar muito:
Monoporções
A primeira tendência são as monoporções ou porções pequenas. Para os negócios, essa tendência reúne alta rotatividade e rentabilidade, pois são produtos fáceis de consumir e transportar e diversificam as vitrines com variedade de sabores. Além disso, é uma opção para o cliente que não quer pagar muito por um presente. Para a Páscoa 2023, esperamos ver um aumento na demanda por ovos de Páscoa e outros doces em porções menores, como cones de cenourinhas, mini ovos, ovo blister, meia banda, kit degustação, bombons, barras de chocolate, etc. São produtos que podem ser facilmente compartilhados com amigos e familiares.
Opções saudáveis e veganas
As opções saudáveis são outro ponto forte na Páscoa 2023. Cada vez mais consumidores estão preocupados com sua saúde e bem-estar, e isso se reflete em suas escolhas alimentares. Para a época, esperamos ver um aumento na demanda por produtos com ingredientes orgânicos, sem glúten, sem lactose e com baixo teor de açúcar. Além disso, produtos veganos e vegetarianos também estarão em alta. Cada vez mais pessoas estão adotando uma alimentação livre de carne e produtos de origem animal, e isso se reflete nas escolhas que fazem na hora de comprar presentes para a Páscoa. Os varejistas podem aproveitar essa tendência oferecendo opções veganas e vegetarianas para seus clientes, como ovos de chocolate feitos com ingredientes 100% vegetais.
Alimentos orgânicos
Outra tendência que está em alta é a busca por alimentos orgânicos e sustentáveis. Cada vez mais consumidores estão preocupados com a origem dos alimentos que consomem e com os impactos ambientais e sociais da produção. Os varejistas podem aproveitar essa tendência oferecendo ovos de Páscoa feitos com cacau orgânico e embalagens biodegradáveis. Embalagens de papel pardo, por exemplo, dão um charme e são uma opção sustentável para seus produtos. Por isso, investir nessa tendência pode ser uma forma de conquistar clientes que se preocupam com o meio ambiente e com a comunidade local.
Qualidade gourmet, produtos artesanais e personalizados
A tendência da qualidade gourmet e artesanal continua forte. Os consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos de alta qualidade e exclusividade. Cada vez mais os clientes buscam produtos que atendam às suas necessidades e preferências individuais. Isso se aplica aos ovos, chocolates finos e outros doces típicos desta época. Os consumidores querem experiências gastronômicas únicas e inesquecíveis, e isso é algo que você pode oferecer em seu estabelecimento. Oferecer a possibilidade de personalização através de encomendas antecipadas pode ser uma forma de fidelizar ainda mais seus clientes. Outros exemplos são os ovos que o próprio cliente pode personalizar, ovos com estética artística, ovos em pé, de colher, rústicos, cravejados, etc. Investir em opções personalizadas e criativas pode ser um diferencial para sua loja, é uma oportunidade de se destacar e aumentar suas vendas.
Conveniência
Por fim, uma tendência que não pode ser ignorada é a busca por conveniência. Com a correria do dia a dia, muitas pessoas estão procurando soluções rápidas e práticas na hora de comprar alimentos e presentes para a Páscoa. Somente em 2020 (de acordo com análise realizada pela Mobills), o delivery de alimentos subiu 187% no Brasil com gastos médios por usuário de aproximadamente R$100, segundo estudo realizado com 46.000 pessoas. Neste momento pós pandemia, as pessoas ainda vêem nas entregas rápidas uma boa opção de compra. Os varejistas podem aproveitar essa tendência oferecendo opções de compras online, delivery e embalagens práticas e funcionais que facilitem o transporte e armazenamento dos alimentos.
Em resumo, o feriado traz grandes oportunidades para o varejo de alimentos, desde que esteja atento às tendências do mercado. Com essas novidades em mente, os varejistas podem se preparar para a Páscoa 2023 oferecendo produtos diferenciados e inovadores que atendam às necessidades e desejos dos seus clientes. Essa é a hora de aproveitar essas informações para se destacar no mercado!
Já conhece as nossas soluções?
Agora, você deve estar se perguntando: “Como posso me preparar para essas tendências e atender às demandas dos consumidores?” A resposta é simples: com a tecnologia certa. Na Tecnoweb, oferecemos soluções de gestão para o varejo de alimentos, que podem ajudá-lo a gerenciar seu estoque, pedidos, entregas e muito mais! Com nossos produtos e serviços, você pode ter a tranquilidade de se concentrar em oferecer aos seus clientes os produtos e experiências que eles desejam. Se você quer saber mais sobre como a Tecnoweb pode ajudar sua loja a se destacar no mercado e oferecer um atendimento ainda melhor aos seus clientes, entre em contato conosco agora mesmo. Vamos juntos tornar a Páscoa 2023 um sucesso!
O que achou das tendências? Qual você colocará em prática? Tem alguma experiência boa que gostaria de compartilhar? Deixe nos comentários abaixo, nós queremos te ouvir!
Um abraço e até a próxima!
Ana Luiza Marketing
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